Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 22.mai.2017, Amós 3

Certamente o SENHOR JEOVÁ não fará coisa alguma, sem ter revelado o Seu segredo aos Seus servos, os profetas.
[Gênesis 6.13; 18.17; João 15.15; 1Reis 22.19-23; 2Reis 3.17-20]
Bramiu o leão, quem não temerá? Falou o SENHOR JEOVÁ, quem não profetizará?
[Jeremias 20.9; Atos 4.20; Amós 1.2; Jó 32.18-19]

[653,745]


outubro 10, 2009

O câncer de mama -Outubro Rosa

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Todo câncer se caracteriza por um crescimento rápido e desordenado do número de células, que adquirem a capacidade de se espalhar para outras partes do corpo. O câncer também é comumente chamado de neoplasia ou tumor maligno.

O câncer de mama, como o próprio nome diz, afeta as mamas, que são glândulas formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários. É o tumor maligno mais comum em mulheres e o que mais leva as brasileiras à morte, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

No Brasil, são cerca de 49 mil novos casos de câncer de mama em mulheres por ano, e esse número vem aumentando nas últimas décadas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O câncer de mama também pode ocorrer em homens, mas em número muito menor.

O câncer de mama é relativamente raro antes dos 35 anos, mas acima dessa idade sua incidência cresce rápida e progressivamente. É importante lembrar que nem todo tumor na mama é maligno. A maioria dos nódulos (ou caroços) detectados na mama é benigna, mas isso só pode ser confirmado por meio de exames.

Quando diagnosticado e tratado ainda em fase inicial, isto é, quando o nódulo é menor que 1 centímetro, as chances de cura do câncer de mama chegam a até 95%. Tumores desse tamanho são pequenos demais para ser detectados por palpação, mas são visíveis na mamografia. Por isso é fundamental que toda mulher faça uma mamografia por ano a partir dos 40 anos.

FATORES DE RISCO

O câncer de mama - e o câncer de forma geral - não tem uma causa única. Seu desenvolvimento deve ser compreendido em função de uma série de fatores de risco, alguns deles modificáveis, outros não.

O histórico familiar é um importante fator de risco para o câncer de mama. Mulheres com parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) que tiveram a doença antes dos 50 anos podem ser mais vulneráveis. No entanto, o fator hereditário explica apenas 10% dos casos de câncer de mama.

Entre outros fatores de risco não modificáveis estão o aumento da idade, a menarca (idade da primeira menstruação) precoce, a menopausa tardia, nunca ter engravidado ou ter tido o primeiro filho depois dos 30 anos.

Já os fatores de risco modificáveis bem conhecidos até o momento estão relacionados ao estilo de vida, como o excesso de peso e a ingestão regular (mesmo que moderada) de álcool. Alterá-los, portanto, diminui o risco de desenvolver a doença. No entanto, a adoção de um estilo de vida saudável nunca deve excluir as consultas periódicas ao ginecologista, que incluem a mamografia anual a partir dos 40 anos.

Autocuidado sempre

Esse, aliás, é um dos mitos levantados pela American Cancer Society e que vêm sendo derrubados nas apresentações de Maira Caleffi. "Nenhuma mulher está só, assim como o câncer não é destino de ninguém nem sentença de morte, pois a mamografia é o exame mais indicado para diagnosticar o câncer de mama ainda em fase inicial, aumentando em 95% as chances de cura." A consultora de moda e estilo Helena Montanarini reforça a importância do autocuidado: "A medicina preventiva é positiva. A mulher não pode ter medo de fazer exames, se cuidar. E, infelizmente, muitas ainda adiam qualquer tipo de prevenção." Para a empresária Adriana Trussardi, não há meio termo quando o assunto é câncer de mama. "Já passei por isso na minha família e sei que é uma doença maldosa, que precisa ser tratada com severidade. Mulher nenhuma, então, pode abrir mão dos exames." A estilista Helena Mottin dá exemplo: "Não fujo das minhas responsabilidades. Eu me cuido, vou ao médico. Tenho consciência de quanto a minha saúde é importante."

Detecção precoce

A promoter Gisella Amaral também deu seu depoimento. "Fiquem de olho aberto, pois o câncer precisa ser descoberto bem no começo. A mamografia é o meio mais seguro e eficaz para isso". Quem passou por isso afirma. Lucinha Araújo, mãe do cantor Cazuza e presidente da Sociedade Viva Cazuza, conta que há sete anos descobriu um tumor numa mamografia de rotina. "Era tão pequeno que só precisei me submeter à radioterapia e até hoje faço acompanhamento médico", falou. "A mulher tem de se cuidar", alertou Lucinha.


Fonte: Mulher Consciente

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