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Ex.: graça - Ex.: Gen 1.1-10

Conhecendo a Bíblia - 4ª parte

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LEVÍTICO

FORMAÇÃO DE UM POVO SANTO

O Livro de Levítico é o terceiro livro das Escrituras Hebraicas do AT atribuídos a Moisés. Em 1.1, o texto se refere à palavra do Senhor, que foi proferida a Moisés do tabernáculo da assembléia; isso forma a base de todo este livro das Escrituras. Os sacerdotes e levitas preservaram seu conteúdo.

Os sábios datam o Livro de Levítico da época das atividades de Moisés (datando mais antigamente no séc. XV aC) até a época de Esdras, durante o retorno (séc.VI aC). A aceitação da autoria mosaica para Levítico dataria sua escrita por volta de 1445 aC. O livro descreve o sistema de sacrifícios e louvor que precede a época de Esdras e relembra a instituição do sistema de sacrifícios. O livro contém pouca informação histórica que forneceria uma data exata.

Contexto Histórico

A teologia do Livro de Levítico liga a idéia de santidade à vida cotidiana. Ela vai além do assunto de sacrifício, embora o cerimonial do sacrifício e a obra dos sacerdotes sejam explicados com grande cuidado. O conceito de santidade afeta não somente o relacionamento que cada indivíduo tem com Deus, mas também o relacionamento de amor e respeito que cada pessoa deve ter com o seu próximo. O código de santidade permeia a obra porque cada indivíduo deve ser puro, pois Deus é puro e porque a pureza de cada indivíduo é a base da santidade de toda a comunidade do concerto. O ensinamento de Jesus Cristo—”Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas” (Mt 7.12)- reflete o texto de Lv 19.18, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.

Conteúdo

Em hebraico, o Livro de Levítico recebeu o nome de Vayikra, que significa “E ele chamou”. O título hebraico é tirado da primeira palavra do livro, que era uma forma costumeira de dar nome às obras antigas. O título “Levítico “ é derivado da versão grega da obra e significa “assuntos pertencentes aos levitas”. O título é um pouco enganoso, uma vez que o livro lida com muito mais assuntos relacionados à pureza, santidade, todo o sacerdócio, a santidade de Deus e a santidade na vida cotidiana. A palavra “santo” aparece mais de oitenta vezes no livro.

Algumas vezes, o Livro de Levítico tem sido encarado como uma obra de difícil compreensão; entretanto, de acordo com a tradição primitiva, foi o primeiro livro a ser ensinado para as crianças na educação judaica. Ele lida com o caráter e a vontade de Deus especialmente em assuntos de santidade, que os sábios judeus consideravam de importância primária. Eles sentiram que, antes de proceder a outros texto bíblicos, as crianças deveriam, antes de mais nada, ser educadas sobre a santidade de Deus e a responsabilidade de cada indivíduo pra viver uma vida santa. A Santidade (hebr. Kedushah) é uma palavra-chave em Levítico, descrevendo a santidade da presença divina. A santidade está sendo separada do profano, e santo é oposto do comum ou secular.

Outro tema principal do Livro de Levítico é o sistema sacrificial. Os holocaustos (hebr.olah) referem-se ao único sacrifício que é totalmente consumido sobre o altar e, portanto, algumas vezes é chamado de oferta queimada. As ofertas de manjares (hebr. Minchah) são uma oferta de tributo feita a fim de garantir ou manter o favor divino, indicando que os frutos do trabalho de uma pessoa devem ser dedicados a Deus. Os sacrifícios de paz ou das graças (hebr.shelamim) são designados para fornecer expiação e permitem que a pessoa que faz a oferta como da carne do sacrifício. Isso costumava acontecer em ocasiões de alegria. O sacrifício pelos erros (hebr.chatta’t) é empregado para tirar a impureza do santuário. O sacrifício pelo sacrilégio (hebr. Asham), também conhecido como oferta pela culpa ou oferta de compensação, é preparado para a violação da santidade da propriedade de Deus ou de outras pessoas, normalmente pelo uso de um falso testemunho. Os erros profanaram a santidade de Deus e é exigida uma oferta.

Além dos sacrifícios, o calendário litúrgico tem uma posição significativa no Livro de Levítico. O Ano de Descanso refere-se à emancipação dos escravos israelitas e pessoa endividadas, bem como à redenção da terra (ver também Ex 21.2-6; 23.10,11; Dt 15.1-18). O Ano de Jubileu refere-se ao fato de que as terras de Israel, bem como o povo, pertencem a Deus e não a qualquer indivíduo. As terras, portanto, devem ter um descanso depois de cada período de quarenta e nove anos (Lv 25.8-17), o que ensina o domínio de Deus, a santidade de seu caráter e a necessidade de a congregação se aproximar dele com pureza de coração e mente.

Cristo Revelado

Cristo não é especificamente mencionado em Levítico. Entretanto, o sistema de sacrifícios e o sumo sacerdote no Livro de Levítico são tipos que retratam a obra de Cristo. O Livro de Hebreus descreve Cristo como o sumo sacerdote e usa o texto de Levítico como base para ilustrar a sua obra. Alguns usaram formas extremas de alegoria do Livro de Levítico a fim de revelar Cristo, entretanto, esse método de interpretação bíblica deve ser cautelosamente usado a fim de garantir que o significado original histórico e cultural sejam preservados. O Livro de Levítico enfoca a vida e o louvor do antigo povo de Israel.

O Espírito Santo em Ação

Apesar de o termo “Espírito Santo” nunca ser mencionado no Livro, a presença de Deus é sentida em todo o livro. A santidade do caráter de Deus é constantemente mencionada na designação de santidade às ações e louvor do povo. Ele não é visto como nos cultos pagãos da época em que os ídolos eram venerados, mas está no meio das pessoas, à medida que elas o louvam. Elas devem ser santas como Ele é santo.
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Conhecendo a Bíblia - 3ª parte

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ÊXODO

DEUS LIBERTA E FORMA SEU POVO


A palavra êxodo significa saída. O livro tem esse nome porque começa narrando como os hebreus saíram da terra do Egito, onde eram escravos. O acontecimento se deu por volta do ano 1450 a.C.

Quem desconhece a mensagem do Êxodo jamais entenderá o sentido de toda a Bíblia, pois está fundamentada nesse livro a idéia que se tem de Deus, tanto no Antigo como no Novo Testamento.

De fato, a mensagem central do Êxodo é a revelação do nome do Deus verdadeiro: JAVÉ. Embora de origem discutida, esse nome no Êxodo está intimamente ligado à libertação do povo hebreu. Javé é o único Deus que ouve o clamor do povo oprimido e o liberta, para estabelecer com ele uma aliança e lhe dar leis que transformem as relações entre as pessoas. Daí surge uma comunidade em que são asseguradas vida, liberdade e dignidade. Essa aliança é afirmada em duas formas: princípios de vida (Decálogo) que orientam o povo para um ideal de sociedade, e leis (Código da Aliança) que têm por finalidade conduzir o povo a uma prática desse ideal nos vários contextos históricos. Desse modo, o homem só é capaz de nomear o verdadeiro Deus quando o considera de fato como o Libertador de qualquer forma de escravidão, e quando o mesmo homem se põe a serviço da libertação em todos os níveis da própria vida.

Somente Javé é digno de adoração. Qualquer outro deus é ídolo, e deve ser rejeitado. Percebemos aí um convite a escolher entre o Deus verdadeiro e os ídolos. Tal escolha é decisiva: ou viver na liberdade, ou cultuar e servir à opressão e exploração.

A pergunta fundamental do Êxodo é: «Qual é o verdadeiro Deus?» A resposta que aí encontramos é a mesma que reaparece em toda a Bíblia, e principalmente na pregação, atividade e pessoa de Jesus.

Por isso, o livro do Êxodo é de suma importância para entendermos o que significa Jesus como Filho de Deus e para sabermos o que é o Reino de Deus. Sem o Êxodo a Bíblia perderia o seu ponto de partida, que nos leva a Jesus Cristo, a fim de construirmos com ele o Reino e sua justiça.
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Conhecendo a Bíblia - 2ª parte

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GÊNESIS

ORIGEM DA VIDA E DA HISTÓRIA

Gênesis significa nascimento, origem. No livro podemos distinguir duas partes:

1. Origem do mundo e da humanidade (Gn 1-11). Os dois primeiros capítulos narram a criação do mundo e do homem por Deus. São duas composições que procuram mostrar o lugar e a importância do homem e da mulher dentro do projeto de Deus: eles são o ponto mais alto (Gn 1,1 a 2,4a) e o centro de toda a criação (Gn 2,4b-25). Feitos à imagem e semelhança de Deus, possuem o dom da criatividade, da palavra e da liberdade. Os capítulos 3-11 mostram a história dos homens dominada pelo mal e, ao mesmo tempo, amparada pela graça. Não se submetendo a Deus, o homem rompe a relação consigo mesmo, com o irmão, com a natureza e com a comunidade, reduzindo a história ao caos (dilúvio) e a sociedade a uma confusão (Babel).

2. Origem do povo de Deus (Gn 12-50). Nesta parte encontramos a história dos patriarcas, as raízes do povo que, dentro do mundo, será o portador da aliança entre Deus e a humanidade. O início da história do povo de Deus é marcado por um ato de fé no Deus que promete uma terra e uma descendência. A promessa de Deus cria uma aspiração que vai pouco a pouco se realizando em meio a dificuldades e conflitos. A missão de Israel é anunciar e testemunhar o caminho que leva a humanidade a descobrir e viver o projeto de Deus: ter Deus como único Senhor, conviver com as pessoas na fraternidade, e repartir as coisas criadas, que Deus deu a todos.
Os capítulos 37-50 apresentam a história de José, preparando já o relato do livro do Êxodo, onde se apresenta a mais grandiosa ação de Deus entre os homens: a libertação de um povo da escravidão.

Dois temas ajudarão o leitor a compreender melhor o livro do Gênesis:

1. O bem e o mal: Tudo o que Deus cria é bom (Gn 1 e 2); o mal entra no mundo através da auto-suficiência do homem (Gn 3), e se desenvolve e cresce até afogar o mundo, salvando-se apenas uma família (Gn 4-11). Com Abraão inicia-se uma etapa em que o bem vai superando o mal até que, por fim e através do próprio mal, Deus realiza o bem, que é a vida (Gn 12-50).

2. A fraternidade: Através de um fratricídio, a fraternidade é rompida (Gn 4,1-16), desvirtuando o projeto de Deus para os homens. Com isso abrem-se as portas para a vingança sem fim (4,17-24), a dominação (6,1-4), a desconfiança (12,10-20; cf. 20,1-18), a falta de hospitalidade (19,1-29), a concorrência desleal (25,29-34), que gera o medo do irmão (32,4-22), a exploração e a escravidão (31,1-42; 37,12-36). Para essa humanidade ferida Deus repropõe a restauração da fraternidade através de uma comunidade que será bênção para todos os povos (12,1-3). Desse modo, o homem deixará de ser egoísta (13,1-18), aprenderá a perdoar (18,16-33; 33,1-11) e a deixar suas próprias seguranças (22,1-19) para viver de novo a fraternidade (45,1-15). Só assim os oprimidos poderão lutar contra a exploração e opressão, formando uma sociedade justa, na qual haja liberdade e vida para todos (livro do Êxodo).
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Conhecendo a Bíblia - 1ª parte

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ANTIGO TESTAMENTO

A Bíblia cristã tem duas grandes partes: o Antigo e o Novo Testamento. Em grego, há uma única palavra para dizer aliança e testamento. Poderíamos, então, dizer: Antiga e Nova Aliança.

O Antigo Testamento é uma coleção de 46 livros onde encontramos a história de Israel, o povo que Deus escolheu para com ele fazer uma aliança. Portanto, o Antigo Testamento é a história de um povo: mostra como surgiu, como viveu escravo no Egito, como possuiu uma terra, como foi governado, quais as relações que teve com outras nações, como estabeleceu suas leis e viveu a sua religião. Apresenta seus costumes, sua cultura, seus conflitos, derrotas e esperanças.

O importante, porém, é que o Antigo Testamento é a história desse povo em aliança com Deus. Nada do que se conta a respeito de Israel está desligado do seu relacionamento com Javé, o nome com que Deus se revelou. O Antigo Testamento mostra como esse povo se comportou em relação à Javé, e qual é o projeto que Deus quis realizar no meio da humanidade através desse povo. Israel foi um povo escolhido, diferente, justamente porque estava encarregado de realizar esse projeto de Deus. Esse projeto aparece bem claro nesses livros: considerar só Deus como o Absoluto, para que as relações entre as pessoas possam ser fraternas e ter como centro a liberdade e a vida. Vendo como Israel foi fiel ou não a esse projeto e como Deus agiu no meio dele, poderemos nos aproximar com mais compreensão da outra parte da Bíblia, chamada Novo Testamento.

Jesus, o Filho de Deus, se encarnou na terra e na história concreta do povo de Israel, assumindo sua história, tradições, cultura e religião. Fez do Antigo Testamento a inspiração e a norma de sua palavra e atividade: realizar o projeto do Pai. Bem cedo a comunidade cristã percebeu que Jesus havia realizado todas as promessas, trazendo o Reino de Deus para a história. E foi com a luz do Antigo Testamento que os primeiros cristãos compreenderam o significado da pessoa e da atividade de Jesus e produziram, pouco a pouco, os escritos do Novo Testamento. A mesma tarefa cabe a nós: ler e meditar o Antigo Testamento, a fim de compreender a pessoa de Jesus e continuar a sua palavra e ação na história.

O Pentateuco

Pentateuco é uma palavra derivada do grego e significa «cinco livros» Essa palavra é usada para indicar os cinco primeiros livros da Bíblia, isto é: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Os judeus chamam essa parte da Bíblia com o nome de Torá, que significa Lei.

Nesses cinco livros encontramos histórias e leis que foram postas por escrito durante seis séculos, reformulando, adaptando e atualizando tradições antigas e criando novas. Tanto as histórias como as leis giram em torno de um centro: o ato libertador de Deus no êxodo, que é o ato fundante do povo de Israel.

As histórias aí contidas, na sua maioria, nasceram no meio do povo e, primeiramente, eram histórias de famílias, de clãs e de tribos que procuravam transmitir oralmente, de geração em geração, ensinamentos e fatos. Mais tarde essas histórias foram reunidas, modificadas e interpretadas para que todo o povo de Israel pudesse se espelhar nelas e para que elas expressassem a fé em Javé, o Deus que liberta.

As leis pertencem a várias épocas e são diretivas para o povo nas diversas etapas da sua história. Todas elas, porém, procuram, em circunstâncias diferentes, conduzir a uma prática que reflita o ideal proposto pelas normas básicas do projeto de Deus: a libertação do povo e a formação de uma sociedade onde haja liberdade e vida para todos. Essas leis, portanto, não são perenes e intocáveis, mas expressam um momento determinado da vida, com os conflitos que existiam dentro do povo de Deus; mais do que serem aplicadas diretamente à nossa realidade, elas servem de exemplo e modelo para que aprendamos a discernir as situações e criar uma legislação que responda às necessidades do povo, conforme o projeto de Deus. Não podemos esquecer, porém, que a lei deve servir ao povo e não ser instrumento de opressão contra o povo, «E disse-lhes: o sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado» (Mc 2.27). Jesus, que veio trazer a libertação e a vida em plenitude, não aboliu, mas mostrou o verdadeiro espírito dessas leis (cf. Mt 5.17). Ele próprio apresentou um resumo de toda a Lei: «Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os Profetas» (Mt 7.12).
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Acautelai-vos!...

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Visitando alguns blogs, como de costume, o que é bem prazeroso, deparei-me com um comentário que, ao início da leitura, me fez transportar para a grande maioria dos púlpitos e blogs assembleianos.

Trata-se de um comentário relevante, que se encaixa por completo aos moldes do pastorado brasileiro, e como disse anteriormente, em especial à grande maioria dos pastores e pregadores assembleianos da mídia em geral. Pastores estes, que estão ordenando mulheres ao pastorado, usando-as como instrumento para blasfemar de Deus.

Aliás, como nos faz lembrar o Osmar Ludovico, pastores e lobos têm algo em comum: ambos se interessam e gostam de ovelhas, e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos para saber quem é quem. Isso porque lobos desenvolveram uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas. Parecem ovelhas, mas são lobos.
No entanto, não é difícil distinguir entre pastores e lobos. Urge a cada um de nós exercitar o discernimento para descobrir quem é quem.

Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.
Pastores choram pelas suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.
Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.
Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.
Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.
Pastores olham nos olhos, lobos contam cabeças.
Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.
Pastores têm senso de humor, lobos se levam a sério.
Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.
Pastores têm amigos, lobos têm admiradores.
Pastores se extasiam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.
Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.
Pastores vivem de salários, lobos enriquecem.
Pastores ensinam com a vida, lobos pretendem ensinar com discursos.
Pastores sabem orar no secreto, lobos só oram em público.
Pastores vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.
Pastores são pessoas humanas reais, lobos são personagens religiosos caricatos.
Pastores vão para o púlpito, lobos vão para o palco.
Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.
Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.
Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a instituição.
Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
Pastores falam da vida cotidiana, lobos discutem o sexo dos anjos.
Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
Pastores sujam os pés nas estradas, lobos vivem em palácios e templos.
Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.
Pastores conhecem, vivem e pregam a graça, lobos vivem sem a lei e pregam a lei.
Pastores usam as Escrituras como texto, lobos usam as Escrituras como pretexto.
Pastores se comprometem com o projeto do Reino, lobos têm projetos pessoais.
Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a infantilização das ovelhas.
Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.
Pastores confessam seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.
Pastores pregam o Evangelho, lobos fazem propaganda do Evangelho.
Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
Pastores tem dons e talentos, lobos tem cargos e títulos.
Pastores são transparentes, lobos têm agendas secretas.
Pastores dirigem igrejas-comunidades, lobos dirigem igrejas-empresas.
Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.
Pastores trabalham em equipe, lobos são prima-donas.
Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.
Pastores constroem vínculos de interdependência, lobos aprisionam em vínculos de co-dependência.

Os lobos estão entre nós e é oportuno lembrar-nos do aviso de Jesus Cristo: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores” (Mateus 7:15).
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O Amor infinito de Deus...

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"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele..." (João 3.16,17)

"O qual se deu a Si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus nosso Pai..." (Gálatas 1.4)

"Mas aquele que beber da água que Eu lhe der nunca terá sede, porque a água que Eu lhe der se fará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna..." (João 4.14)
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Livros ‘evangélicos’???...

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Nos últimos anos o que temos presenciado de escritores ‘evangélicos’, editoras ‘evangélicas’, CD’s com mensagens ‘evangélicas’, enfim, um emaranhado de títulos e assuntos ‘evangélicos’ diversos “relacionados” com a Palavra de Deus.

Mas a divina Palavra, a verdadeira Verdade, as Sagradas Escrituras, não nos mostra este caminho editorial ‘evangélico’, “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” (2Pedro 1.20,21).

Sendo assim, conhecemos através das Sagradas Escrituras, que Jesus Cristo cumprindo sua missão na terra, enviou o Santo Consolador, “Tenho-vos dito isto, estando convosco. Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.” (João 14.25,26), para guiar seus apóstolos, que como testemunhas oculares deveriam pelo poder do Espírito Santo, “Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram; Testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade?” (Hebreus 2.3,4), cumprirem a “grande comissão” ordenada por Jesus, “ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28.20).

Nosso amado irmão Paulo pregou a mensagem que por ele, veio do Senhor, conforme nos relata “Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo. Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.” (Gálatas 1.10-12).

Também através de Paulo entendemos que “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” (2Timóteo 3.16,17).

A afirmação que mais oferece credibilidade e confiança é que a Bíblia é a Palavra de Deus, e, que através dela conhecemos o poder de Deus e entendemos o que realmente Deus quer para com os homens, conforme nos relata e nos exorta a examinar o livro Sagrado, “Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido. Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares.” (Josué 1.8,9), portanto, é imprescindível a leitura sistemática da Bíblia, escrita ao longo de 1.500 anos aproximadamente, por cerca de quarenta autores.

Em nosso estudo dominical, fica esclarecido que se quisermos crescer espiritualmente como filhos de Deus, devemos meditar nas Escrituras, aplicando-a, inicialmente, às nossas vidas, na busca por alimento, “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo;” (1Pe 2.2).

Para isso, a Bíblia deva ser o espelho diante do qual podemos avaliar nossa condição e a necessidade de transformação a fim de nos aproximarmos mais de Deus, “Por isso, rejeitando toda a imundícia e superfluidade de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas. E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.” (Tg 1.21-25).

Quando lemos a Bíblia com o intuito de ouvir a Palavra de Deus e a ela nos submetermos, somos comparados, por Jesus, a um homem que edificou a sua casa sobre a rocha, “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;” (Mt 7.21,24).

A análise lingüística e contextual de um determinado texto bíblico pode fazer parte da leitura, mas não deva ser o fim último. Toda leitura bíblica deve ser devocional na medida em que tem como objetivo central nos aproximar da revelação de Deus, “Ora, não só por causa dele está escrito, que lhe fosse tomado em conta, Mas também por nós, a quem será tomado em conta, os que cremos naquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus nosso Senhor;” (Rm 4.23,24), a fim de que Cristo seja manifestado em nós, “Para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior; Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.” (Ef 3.16-19).

Muitos lêem a Bíblia apenas para extrair doutrinas, e, preferencialmente, escrever livros para aplicar o que acham ser a interpretação correta e pessoal daquilo que o Senhor quer falar conosco, e outros para aplicar à vida dos outros e não à suas próprias.

Através deste comentário, questionamos, para que tanto livro ‘evangélico’??

Ora, amados, não necessitamos de nenhum outro livro para entender a Palavra de Deus, assim nos ensina o Espírito Santo àqueles que, com devoção, querem e adoram ao Senhor em espírito e em verdade, “Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.” (Romanos 15.4).

Finalmente, a fim de cumprirmos a ordem de Jesus para ensinar as gentes e nações a fazerem tudo quanto Jesus nos tem mandado, não precisamos escrever livros ‘evangélicos’ nem tão pouco lê-los, devemos sim, ensinar a Bíblia, lendo na própria Bíblia, “E leram no livro, na lei de Deus; e declarando, e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse.” (Neemias 8.8).
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Marcos 14.33 E levou consigo a Pedro, a Tiago e a João, e começou a ter pavor e a angustiar-se;

Você já meditou neste momento em que nosso Senhor Jesus passou e sofreu antes de ser crucificado por nós no Gólgota.

Jesus Cristo padeceu na cruz por mim, por todos nós. Toda honra, e glória, e poder sejam dados ao Senhor Jesus. Nosso Salvador, que sofreu por nós maldição na cruz do Calvário, derramou seu Santo Sangue para nos remir, lavou com alto preço nossos pecados, nossas transgressões. Na cruz “Verdadeiramente Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” (Isaías 53.4,5).

E o que acontece neste presente século? Centenas de milhares buscando prosperidade, fama, fortuna, posição social, musica gospel, ser cantor evangélico de fama, pregadores compradores de horários na mídia, homens e mulheres que se dizem crentes portando de qualquer maneira, “igrejas” de portas largas, adultérios de pastores, prostituições entre irmãos, e mais prosperidade, fama, fortuna.

Por tudo isto relatado o Espírito Santo de Deus nos dá entendimento da razão do Senhor Jesus ter tido pavor e a angustiar-se tanto, o Senhor Jesus Cristo naquele momento em Marcos 14.33 estava vislumbrando que seu Misericordioso sofrimento e o que fora profetizado por Isaías há setecentos anos antes do nascimento do Messias, seria em vão para milhares e milhares de hipócritas carregadores de Bíblia preocupados em idolatrar a denominação das suas chamadas “igrejas”, não querem viver Cristo Jesus para salvação de suas almas como ensina as Sagradas Escrituras, são os mais miseráveis dos homens, estão vivendo Cristo Jesus somente para esta vida.

... "virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo",... João 14.3

A gloriosa promessa da vinda de Jesus Cristo é a maior esperança da igreja. É a alegria que carrega o crente em seu coração durante todos os dias de sua vida. Nada, absolutamente nada, pode tirar a alegria do cristão, pois a vinda do Senhor é seu maior tesouro.

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É “a bem-aventurada esperança” de que trata Tito 2.13 Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo;”. Esse tão aguardado evento significará, para a igreja, o ápice de sua peregrinação neste mundo.
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O verdadeiro crente, que conhece e vive a Palavra de Deus, aguarda a promessa da vinda de Jesus como um evento plenamente real e certo, que pode acontecer a qualquer momento, Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.” (Marcos 13.32). Amém!

Mt 6.33 Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua Justiça,

Como é incrédula e perversa esta geração, milhões e milhões carregando bíblias para dentro de casas noturnas que sustentam um rótulo de "igrejas", sem conhecer um único versículo bíblico para viver espiritualmente, muitos estão sendo manipulados em buscar a maior arma usada pelas potestade das trevas que afasta milhões de almas dos caminhos de Deus: o dinheiro (prosperidade material, status social, carrões, mansões, milhões em conta bancária, sítios, fazendas, luxúria).
Sabemos que a Palavra de Deus não é para ser interpretada por nós homens, e sim vivida, praticada, pois todas as honras e glórias são para o Senhor Jesus, mas os falsos e hipócritas grandes pregadores, cães (Ap 22.15) que arrastam multidões abrindo-lhes as portas das chamadas "igrejas evangélicas prostíbulos espirituais das trevas", onde se freqüenta de qualquer maneira, sem temor, sem postura, sem modéstia, sem pudor, lotadas de jezabelitas e homens amantes de si mesmos, verdadeiras abominações aos olhos de Deus e da sã doutrina bíblica.
Como nos afirma a Palavra de Deus, Amós 5.21-23 "Aborreço, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me dão nenhum prazer. E, ainda que me ofereçais holocaustos e ofertas de manjares, não, me agradarei delas, nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais gordos. Afasta de mim o estrépito (barulho) dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias dos teus instrumentos."
É urgente e necessária que vivamos a Verdade, uma vida santa sem ambições materiais, pois tudo posso naquele que em fortalece inclusive passar fome como verdadeiro adorador, em espírito e em verdade, vamos humildemente ajuntar tesouros no céu onde a traça e a ferrugem não consomem, nem os ladrões minam, nem roubam, nossa rica e bendita esperança é a vinda de Jesus Cristo para hoje, agora. Amém! Ora, vem, Senhor Jesus!

Os Santos no Céu com Deus - 2Coríntios 4:14; 5:8


Será que lhe atrai a idéia de estar no lar eterno com Deus? O seu coração anseia à hora em que você poderá passar a vida eterna na presença do próprio Deus e de seus anjos, junto com os redimidos de todas as eras? Que é que você anseia desfrutar lá?
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Alguns de nós não podem desfrutar da companhia de certos irmãos em Cristo aqui na terra. Alguns de nós ficam inquietos quando o culto de adoração se estende mais do que o normal. Mas Deus, Cristo, os anjos e os santos de todas as eras serão nossos companheiros por toda a eternidade quando formos ficar no céu com Deus. Será que pensar nisso nos incomoda ou nos estimula?
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Talvez haja alguns gostos que devemos nos esforçar deliberadamente por adquirir e cultivar nesta vida, preparando-se para o lar eterno. Indicadores como Mateus 25:35,36, Hebreus 10:25 e Romanos 12:15 poderiam ajudar-nos a "viver" com os irmãos na família de Deus aqui da terra. Por causa da vida corrida que se leva hoje em dia, talvez devêssemos acrescentar Romanos 12:13 e 1Pedro 4:9. Por que nos permitiríamos ficar tão ocupados com os negócios deste mundo a ponto de não termos tempo para aprender a viver com a nossa família espiritual?
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O texto fala de como podemos esperar por um período breve de pouca aflição nesta vida; breve e pouca comparados aos tormentos do inferno! Observe alguns aspectos do "peso de glória" que podemos prever
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1. Corpos melhores, que não sentem dores, não adoecem nem entram em decadência (1Coríntios 15:53-58; 1 Tessalonicenses 4:13-18). Não haverá enterros no lar do nosso Pai. Essa é a grande segurança. Não haverá mais separações. Jamais teremos de nos separar de novo daqueles que aprendemos a amar. Certamente, tendo em vista a curta espera e as leves aflições desta vida, vale a pena esperar!
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2. A nossa casa no céu é feita pelas mãos do próprio Deus. Será linda, maravilhosa, perfeita em cada detalhe, capaz de atender a todas as nossas necessidades. A comprovação dessa idéia se acha na perfeição da função e na beleza do mundo material que Deus criou e nos deu para habitarmos temporariamente, enquanto nos preparamos para o lar celeste e eterno (Gênesis 1-2; 2Coríntios 5:4-5). Vê-se, também, na beleza e na perfeição da igreja, o antegozo do lar celeste (Hebreus 12:22-24). No novo céu e na nova terra, somente habita a justiça. Por fim, os santos entenderão completamente o que significa adorar a Deus "na beleza da santidade" (Salmo 29:2). "Face a face, contemplá-lo-ei, além do céu azul; face a face, em toda a sua glória, vê-lo-ei após um tempo."
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Terá alguma coisa para a família de Deus fazer naquele lar? Ela pode louvar, adorar e honrar o Pai como fazem os anjos. Mas a parábola dos talentos mostra que Deus tem responsabilidades para dar a cada filho de acordo com a capacidade de cada um (Lucas 19:12-27). Sem dúvida, na morte descansaremos de nosso trabalho terreno. Mas Paulo disse que os santos "hão de" julgar o mundo e os anjos (1Coríntios 6:2-3). Parece claro que Deus tem responsabilidades para os seus filhos cumprirem naquela vida no porvir.

A Promessa de nossa entrada no Céu

Definição. O vocábulo céu, no hebraico shämayim e no grego ouranos, é usado com vários sentidos nas Escrituras. Porém, pelo freqüente uso na Bíblia, se destacam dois significados básicos: o céu natural e o céu como habitação de Deus e dos santos anjos.

a) O céu natural. O céu natural ou físico é o espaço ilimitado e indefinido onde se movem os astros (Gn 1.14-17). Este céu é descrito no hebraico bíblico como räqîa', isto é, "vastidão celeste" ou "espaço infinito dos céus": "E chamou Deus ao firmamento [ räqîa' ] Céus [ shämayim ]" (Gn 1.8 – ARA). Embora belo, o céu físico é temporário, passageiro (2Pe 3.10,12; Mt 5.18; 24.29, 35; Mc 13.25; Ap 21.1).

b) O céu, morada de Deus. "Olha desde a tua santa habitação, desde o céu, e abençoa o teu povo" (Dt 26.15; 2Cr 6.18; Sl 2.4; Ef 6.9). Este céu embora real transcende a experiência humana. Ele é descrito como o trono de Deus, a habitação do Altíssimo (Is 66.1; Mt 5.34; At 7.55,56), mas também a morada dos santos em Cristo (Jo 14.1-3). Do céu, a morada do Altíssimo, o Senhor abençoa o seu povo (Dt 26.15), ouve o seu ungido (Sl 20.6) e provê sustento para o seu povo (Sl 105.40).

Em 2Coríntios 12.2, Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, revela a existência de três céus. A Bíblia não fala diretamente a respeito desses três, porém, o ensino geral das Escrituras atesta o céu, como a atmosfera que circunda a terra (Os 2.18; Dn 7.13; Mt 8.20; 13.32), o segundo, como o céu estelar (Gn 26.4; Ap 6.13), e o terceiro, muito mais glorioso e belo do que os outros dois é identificado como o paraíso ou terceiro céu (2Co 12.2-4; Lc 23.43). Este lar é a mansão eternal prometida aos salvos em Cristo Jesus.

A promessa de nossa entrada no céu e a esperança
cristã.

A esperança é uma das três virtudes do cristianismo (1Co 13.13). A esperança cristã na vida futura e no glorioso lar preparado por nosso Senhor Jesus Cristo, está fundamentado no imensurável amor de Deus em Cristo (Rm 5.5-10), e na esperança que procede da virtude do Espírito Santo (Rm 15.13). O crente que tem esperança na vida eterna "purifica-se a si mesmo, como também ele é puro" (1Jo 3.2,3). O crente anseia em ser revestido de sua habitação que é do céu (2Co 5.2), pelo corpo glorioso que o aguarda (1Co 15.41-44).

A promessa de nossa entrada no céu e sua realidade.
O céu é real. Paulo foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, de que ao homem não é lícito falar (2Co 12.2-4). O céu é a habitação dos anjos (Mt 18.10; Ef 1.10). Por fim, todos os redimidos em Cristo, estarão eternamente no lar celeste revestido de um corpo glorioso (1Ts 4.16,17).

"Ora vem, Senhor Jesus"

O Livro de Malaquias é um livro profético que faz descrições que mostram a necessidade de reformas antes da vinda do Messias. Por ser um livro curto e de acordo com a catalogação, Malaquias é o último dos profetas menores. O profeta Malaquias foi contemporâneo de Esdras e Neeemias, no período após o exílio do povo judeu na Pérsia. Seu nome não é citado em mais nenhum livro da Bíblia.

Nas últimas linhas deste livro e do Antigo Testamento, vemos uma exortação de Deus às famílias: "converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos seus pais". No término do livro de Malaquias convida-se ao arrependimento da família como alicerce da sociedade.

Mateus 24:4 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane;

Cuidado para não ser enganado pelos homens. O engano de satanás ficará cada vez mais forte até que Jesus venha. Mas, devemos estar esperando a Sua Volta e não duvidando da Sua promessa de voltar. Devemos esperar um cumprimento literal da Sua Vinda. Devemos esperá-la com confiança e fé, apesar do fato que seja muito tempo e o mundo zombe dela.

Muitos estão se escondendo atrás da chamada " TEOLOGIA " para introduzirem ensinamentos que contradizem a Palavra de Deus, distorcendo as Sagradas Escrituras com falsas afirmações, lendas persas, querendo nos enfraquecer na fé. Criando desvios da Palavra de Deus, querendo nos iludir com citações demoníacas, tentando esconder que as trevas não são ruim, que satanás é só uma lenda, uma crença, que não existe!! Pura heresia, pois Jesus Cristo nos advertiu sobre todas as coisas que deveríamos suportar. Pois, Jesus nos ama, e deu de si por amor de nós. Aleluia! Amém!

Fique firme!

Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Apocalipse 2.10.

Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Apocalipse 3.11.

Entendendo as Promessas de Deus Quanto às Bênçãos Materiais

Lucas 12.16-37

Propôs-lhes então uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produzira com abundância; e ele arrazoava consigo, dizendo: Que farei? Pois não tenho onde recolher os meus frutos. Disse então: Farei isto: derribarei os meus celeiros e edificarei outros maiores, e ali recolherei todos os meus cereais e os meus bens; e direi à minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe, regala-te. Mas Deus lhe disse: Insensato, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus. E disse aos seus discípulos: Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, nem quanto ao corpo, pelo que haveis de vestir. Pois a vida é mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário. Considerai os corvos, que não semeiam nem ceifam; não têm despensa nem celeiro; contudo, Deus os alimenta. Quanto mais não valeis vós do que as aves! Ora, qual de vós, por mais ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado à sua estatura? Porquanto, se não podeis fazer nem as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras? Considerai os lírios, como crescem; não trabalham, nem fiam; contudo vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. Se, pois, Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais vós, homens de pouca fé? Não procureis, pois, o que haveis de comer, ou o que haveis de beber, e não andeis preocupados. Porque a todas estas coisas os povos do mundo procuram; mas vosso Pai sabe que precisais delas. Buscai antes o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas. Não temas, ó pequeno rebanho! porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino. Vendei o que possuís, e dai esmolas. Fazei para vós bolsas que não envelheçam; tesouro nos céus que jamais acabe, aonde não chega ladrão e a traça não rói. Porque, onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. Estejam cingidos os vossos lombos e acesas as vossas candeias; e sede semelhantes a homens que esperam o seu senhor, quando houver de voltar das bodas, para que, quando vier e bater, logo possam abrir-lhe. Bem-aventurados aqueles servos, aos quais o senhor, quando vier, achar vigiando! Em verdade vos digo que se cingirá, e os fará reclinar-se à mesa e, chegando-se, os servirá.

Mateus 6.25-33

Em seu poderoso sermão do monte, Cristo tratou de nossa necessidade de bênçãos materiais, dadas por Deus. Em Mateus 6, Cristo reafirmou a seus ouvintes da época, e reafirma aos cristãos de hoje, que Deus proverá as necessidades básicas daqueles que buscam seu reino. Assim como ele alimenta as aves e veste as ervas, quanto mais dará ele aos seus filhos que são criados a sua própria imagem. Um verdadeiro filho de Deus nunca deveria se preocupar com suas necessidades materiais. Desde que o cristão não seja indolente, Deus proverá.

Há, no entanto, religiões e pregadores, hoje em dia, que levam a promessa de Deus muito além do que ele disse. Estes grupos e homens ensinam que, por servir a Deus, podemos ganhar riqueza bem além do que é suficiente para as nossas necessidades materiais mínimas. Geralmente, estes grupos ensinam que o cristão pode também ter boa saúde e que os problemas físicos terminariam se ele servir a Deus fielmente e se contribuir generosamente para "sua causa". Ainda que estas promessas soem muito bem, Deus em nenhum lugar de sua palavra deu tais esperanças ao seu povo. Aqueles que ensinam tais coisas enganam os ouvintes e condenam suas próprias almas, por acrescentarem à palavra de Deus (Apocalipse 22:18). Se estas doutrinas estão em conflito com as Escrituras, então por que os homens as ensinam?

Primeiro, como em todas as coisas, há alguns que ensinam estas doutrinas simplesmente para aumentar seus próprios ganhos. Usando os desejos daqueles que querem uma vida financeiramente melhor, ou uma melhor saúde física, estes falsos mestres prometem resultados para aqueles que contribuírem "generosamente". Esse dinheiro é então usado para o ganho pessoal, em vez da obra de Deus, o pretexto para o qual foi dado. Esta prática é muito similar à dos falsos mestres, descrita na Bíblia. Note uma descrição em particular em 2 Pedro 2. Descrevendo os falsos mestres, Pedro disse:

. . . tendo olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecado, engodando almas inconstantes, tendo coração exercitado na avareza, filhos malditos (vs. 14).

. . . abandonando o reto caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça (vs. 15).

. . . porquanto, proferindo palavras jactanciosas de vaidade, engodam com paixões carnais, por suas libertinagens, aqueles que estavam prestes a fugir daqueles que andam no erro (vs. 18).

Os falsos mestres, tanto naquele tempo como agora, freqüentemente procuram ganho financeiro ao enganar, de propósito, aqueles que sinceramente se esforçam para servir a Deus.

Segundo, há outro tipo de mestre que ensina as mesmas doutrinas, e também crê que estas doutrinas são verdadeiras e são promessas de Deus. Infelizmente, no seu erro, ele dá a oportunidade para satanás desencaminhar outras pessoas. Note a história de Simão, o Mágico, em Atos 8. Através de suas práticas, ele convenceu os homens de que ele era de Deus, e que fazia essas coisas em nome de Deus (Atos 8:9-11). Ainda que feitas em nome de Deus, as práticas de Simão afastavam os homens de Deus. Como Simão, satanás usa os homens da mesma maneira, hoje em dia, quer eles ensinem para o seu ganho pessoal, quer creiam que estão certos com Deus.

Há muitas passagens na Bíblia que desacreditam os ensinamentos destes homens. Tome como exemplo as vidas dos apóstolos de Cristo. Certamente, estes homens eram fiéis filhos de Deus, entretanto ele achou por bem não fazer promessas de "saúde e riqueza" a eles. Conforme lemos no Novo Testamento, vemos esses homens sofrendo por Deus (Atos 12:1-2; 14:19, etc.). Também lemos, em Atos 7, sobre o fiel Estêvão sendo apedrejado pelo seu serviço a Deus e, em Filipenses 2:26, que Epafrodito estava doente, à beira da morte. Todos estes exemplos, e muitos outros, mostram serem estas promessas fraudulentas. Deus nunca prometeu ao seu povo sucesso financeiro nem saúde física. Precisamos ser muito cuidadosos para não sermos apanhados por aqueles que ensinam tais doutrinas.

Depois de examinar estas coisas, pode-se perguntar: "Por que Deus não prometeu tais bênçãos aos seus fiéis seguidores?" Examinemos algumas passagens, que explicarão esta decisão. Em sua conversa com o moço rico Cristo afirmou que é difícil para um rico entrar no Reino do Céu (Mateus 19:23). Por que isto? As riquezas, muitas vezes, dão às pessoas muita confiança em suas próprias habilidades e, assim, elas esquecem que precisam de Deus. Certamente, o relato em Mateus 19 mostra este problema, claramente. Cristo também disse, em sua parábola sobre os solos, que as riquezas podem "afogar" a palavra, até o ponto em que se deixará o Senhor para ir à procura de interesses terrenos (Mateus 13:22). Os Salmos salientam problemas semelhantes. O Salmo 52:7 fala de um homem que confia mais nas riquezas do que em Deus e o Salmo 61:10 adverte para não prendermos nossos corações em nossas riquezas. Muitos não podem controlar as tentações causadas pela riqueza e Deus não permite tentações acima do que os homens podem suportar (1Coríntios 10:13). Deus não quer que nada faça com que o homem pare de procurar um lar eterno, com Ele, no céu. Com referência à saúde, Deus, às vezes, permite que problemas físicos nos testem e nos edifiquem nossa fé nele. Pedro tratou de um sofrimento um tanto diferente em sua primeira carta, mas o princípio é o mesmo. Note 1Pedro 1:7. Talvez Deus use os problemas físicos para ensinar a necessidade de termos mais fé nele. Deus pode conceder riqueza a seus filhos se eles puderem manter a perspectiva certa. Ele também pode dar boa saúde para aqueles que o seguem. Contudo, nenhum homem deveria ensinar que essas coisas são prometidas, porque Deus jamais disse isso. Qualquer que seja nossa situação na vida, devemos estar contentes por confiar em Deus e acreditar que ele está provendo o melhor para nós, espiritualmente.

O que nunca podemos deixar de lembrar é que Deus fez uma promessa maior do que qualquer coisa que podemos experimentar na terra: Deus prometeu aos seus filhos uma eternidade com Ele.

Voltando ao sermão do monte, Cristo afirmou em Mateus 5:12 que, ainda que as coisas possam não ser fáceis, na terra, o prêmio do céu compensará, de sobra, qualquer sofrimento que tenhamos aqui. Não nos tornemos, nunca, tão preocupados com riquezas e saúde, ou com a falta delas, que perderemos a promessa que nos foi feita: um lar com nosso Senhor.



Jo 5.17 E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.

Ensinou-nos o Senhor Jesus que não deveríamos ficar de braços cruzados, devemos sim, estar levando as boas novas de salvação a toda uma geração, buscar aos pecadores que estão se perdendo nos prazeres mundanos, jovens a cada mais se entregando às drogas, bebidas, prostituição, uma humanidade entregue as trevas sem se lembrar ou não querendo saber que existe um Senhor, um Salvador e Redentor. Infelizmente os que se dizem crentes, mas, na verdade apenas convencidos, estão diariamente se dirigindo às pseudo igrejas, durante anos, sentados em bancos, escondendo em corais (cantar não leva ninguém para o céu), pastores que só ficam em cima de palcos, atrás de microfones, dezenas de milhares perdidos dentro de luxuosos templos em busca de realizações pessoais, realizações egoístas, somente o seu bel-prazer, todos estes se dizem apaixonados por Jesus - a paixão acaba, o amor permanece, enquanto isso milhares de almas sedentas pela Palavra de Deus enfileiradas diante um deserto árido desumano onde o amor de Deus está alguns passos. Com isso, o verdadeiro mandamento de nosso Senhor Jesus Cristo, os milhares de milhares de freqüentadores destas “evangélicas casas de show noturno”, todos de braços cruzados não estão querendo obedecer: Ide, pregai o evangelho!!!

Povo que se diz do Senhor, saia de dentro das igrejas, visite as almas, em nome do Senhor Jesus Salvador. Não podemos esquecer que Deus não tem ninguém por inocente.



Jurídico...

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Fonte: Constituição do Brasil

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Fonte: http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/Leis/L9610.htm