Relato bíblico, 06.fev.2012:

"E disse Jesus: Quem é que me tocou? E, negando todos, disse Pedro e os que estavam com Ele: Mestre, a multidão Te aperta e Te oprime, e dizes: Quem é que me tocou?
E disse Jesus: Alguém me tocou, porque bem conheci que de mim saiu virtude.
Então, vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se tremendo e, prostrando-se ante Ele, declarou-Lhe diante de todo o povo a causa por que Lhe havia tocado, e como logo sarara.
E Ele lhe disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou; vai em paz.
"

[ Lucas 8 ]


Em textos neste site, poucas vezes há menção de números de versículos, na maioria, são expostos livros e capítulos bíblicos;
porquanto, o uso da Bíblia e a meditação nos contextos bíblicos citados, trarão um mesmo entendimento pela unção do Espírito Santo [1João 2]!!


Fevereiro 06, 2012

Dízimo, aliás, taxa, pedágio, encargo, obrigação, ônus...

[197430]

Alguns tolos religiosos (geralmente conhecidos como evangélicos) afirmam que entregam os dízimos nas suas instituições religiosas com placas de igrejas por amor...
... dizem que fazem por amor a obra de Deus!

Porém, lugares com placas de “igreja” fundadas por homens não são obra de Deus; é o engodo, crendice, fantasia da filosofia das religiões, a parvoíce evangélica;
A verdade pela Palavra de Deus é que as instituições religiosas com placas de igrejas não são obra, e jamais serão a casa de Deus!

Eis a Casa de Deus: “Mas Cristo, como Filho, sobre a Sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim” [Hebreus 3].

O que são as instituições religiosas com placas de igrejas? São prédios chamados de templos, os lugares comuns que chamam erroneamente de "igreja"; mais precisamente, a maioria das igrejas evangélicas, católica, enfim, todos os prédios de pedras ou tijolos que os religiosos batizam de "santo".

Todos sabemos, e quem entrega também sabem, que os dízimos é uma contribuição, geralmente em dinheiro, que pastores (ou bispos evangélicos, e até católicos) exigem de cada membro para financiar as despesas de interesse religioso, a cargo dos lugares com placa de “igreja”.

O dízimo é um tributo destinado a atender as necessidades gerais da administração religiosa, sem assegurar ao contribuinte qualquer proveito direto em contraprestação a parcela de 10% que pagou; neste particular distingue-se da oferta, a qual se destina a remunerar serviços específicos.

Os dízimos e ofertas nas instituições religiosas é o conjunto de todas as contribuições ou tributos religiosos, são os encargos, obrigações, ônus impostos pelos religiosos que fundam as suas instituições religiosas com placas de “igrejas” e sujeitam a outros que as mantenham.

Os dízimos são mercadorias (religiosas) que são impostos pelas “igrejas” na origem do ganho do suor alheio e não aquele em que se faz sua distribuição aos pobres e necessitados, ou, simplesmente, sua transferência ou remessa para os que realmente necessitam.

Os dízimos é o mesmo que imposto sobre a renda; aquele que recai diretamente sobre o membro da instituição com placa de igreja, em virtude do elevado nível de vida e rendimento dos pastores, bispos evangélicos.

Disfarçados como ofertas, os dízimos incidem sobre os produtos manufaturados religiosos (manutenção dos prédios, salários eclesiásticos);

Algumas instituições religiosas com placas de “igrejas” tem agregado em seus redutos, instituições como creches, clínicas de recuperação de drogados, agências missionárias; infelizmente, estas instituições, de forma filantrópica, são apenas cortina de fumaça para se levantar recursos do Estado, uma vez que, a Constituição Federal deixa clara a não interferência do Estado sobre a administração religiosa (artigo 5º).

O dízimo é a famosa paráfrase religiosa, ou discurso longo e difuso dos religiosos: o chão dá se a gente plantar ou é semeando que se colhe, porém, colher de quem, afinal, quem prometeu mundos e fundos, fez prova e tentou barganhar, foi??

Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles.
E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.
” [Mateus 4]


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.

Janeiro 30, 2012

... aí estou eu no meio deles!!

[194945]

As palavras de amor de nosso Senhor e Salvador nos fortalecem dando a certeza que estará conosco todos os dias, até a consumação dos séculos, consolando acerca das coisas que nos afligem neste mundo. Jesus nossa Rocha firme. Amém.

Há de ressaltar que, a presença de Cristo, depende tão somente de nós mesmos, está na perseverança em nos firmar nEle, o ápice da rica esperança.

Viver em comunhão, uns com os outros, os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso, depender-se-á sempre se for em o nome do Salvador, pois que, foi por esta atitude em amor que nos afiança em veracidade as palavras divinas, por que, diz, “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” [Mateus 18].

Necessitamos com urgência de nossa dependência em Cristo;

Nossa união, exclusiva, em o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, firma-se em todo instante com nossos irmãos, pessoalmente, e em nada diverge, em espírito.

Mas, em atitude infeliz, a maioria das instituições religiosas com placas de igrejas, tem um mover-se ou estender-se em direções diferentes a partir do ponto da comunhão em Cristo entre os membros;

Criaram-se formas litúrgicas que distanciam os irmãos, pois que, muitos centralizam a união ou reunião, o congregar, chamada de “culto”, como forma de entretenimento, há um extenso espaço para músicas (chamadas de louvor), discursos inflamados por lideres dando ênfase ao crescimento da prosperidade material na barganha dizimista ou ofertas (por pagamento em boletas, cartões de créditos)...

... a reunião dos cristãos mudou a ideia ou o propósito divino em função do local ter uma placa de “igreja” ou por razão do pregador, mas não em torno do nome do Senhor Jesus.

O êxtase religioso é a forma da maioria dos evangélicos em dizer que se sentem bem dentro de uma denominação (instituições religiosas com placas de igrejas), desprezam o congregar em comunhão em espírito em troca de uma realidade distanciada dos princípios da unção do Espírito Santo.

Tenhamos a certeza que nos importa tão somente que nossa comunhão (em espírito), ou reuniões, sejam pela razão, meio e fim de ser e estar em o nome de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e é por este fundamento que assim Ele nos agracia.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.


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Janeiro 24, 2012

Qual o motivo para NÃO frequentar “templos”??

Todos!!!
Se alguém disser que é para encontrar irmãos, é desculpa! Pois, não nos é possível conhecer nem a metade dos membros, e em especial , nem todos nos dão as devidas permissórias pessoais para a comunhão (alguns, mal nos cumprimentam)...

Mas, temos todo o conforto nas reuniões em nossos lares e estamos com nossos familiares, e isto não acontece nos “templos”, pois, a maioria de nossos familiares não suportam tantas mentiras religiosas, em especial as evangélicas...

Aliás, não tenho espaço para enumerar os locais de reuniões que sejam de bom proveito, porém, sabemos dos milhares de locais com placas de igrejas que são sinagogas de satanás...
... assim, prefiro fazer um "combate santo" (infelizmente, generalizando) contra os locais com placas de igrejas, ensinando (pela Palavra de Deus) a que os irmãos se reúnem em seus lares, conforme muitos assim procederam...
... e colocando fim ao mercenário comércio religioso das chamadas “igrejas”!!!

Porquanto, como nos ensinam as Sagradas Palavras, que nossos amados irmãos se reúnam em torno de Cristo, e não por que o local tem placa de igreja.

Ressalto, ainda que, nossos irmãos apóstolos não deixaram ensinamentos de se construir “templos”, mesmo por que, a rica esperança, daqueles santos homens, era a gloriosa vinda de nosso Senhor Jesus Cristo [“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora”], como também é nossa rica esperança para o dia que se chama Hoje, portanto, não devemos preocupar em compras de terrenos e construção de “templos”, mas, que estejamos perseverantes na comunhão, mesmo não estando presentes fisicamente, mas, em espírito nos unimos em Cristo.

Outrossim, é interessante que não encontramos nenhum relato arqueológico de ruínas dos “templos cristãos” das “igrejas” aos Efésios, aos Coríntios, aos Gálatas, aos Romanos...

Não sou contrário a que os irmãos se encontrem em um local amplo (porém, alugado), meu embate está no legalismo e usurpação da fé alheia que muitos estão usando na maioria dos locais com placas de igrejas, inclusive quanto a muitos afirmarem que tais sejam “santos”, a fiel tolice evangélica!!!!


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.


[192940]

Janeiro 19, 2012

O que se aproveita do ser homem ??

[191070]

Nus saímos do ventre de nossas mães e nus tornaremos para lá; o SENHOR o deu, e o SENHOR o tomou: bendito seja o nome do SENHOR;

Por que Deus faz a chaga, e Ele mesmo a liga; Ele fere, e as Suas mãos curam.

Mas, se tu de madrugada buscares a Deus, e ao Todo-Poderoso pedires misericórdia; se fores puro e reto, certamente logo despertará por ti, e restaurará a morada da tua justiça. O teu princípio, na verdade, terá sido pequeno, porém o teu último estado crescerá em extremo.

O homem, nascido da mulher, é de poucos dias e farto de inquietação. Sai como a flor, e murcha; foge também como a sombra, e não permanece.

E sobre este tal abres os teus olhos, e a mim me fazes entrar no juízo contigo.
Quem do imundo tirará o puro? Ninguém.

Por que eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra.
E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência.

Antes Deus fala uma e duas vezes; porém ninguém atenta para isso. Por que, segundo a obra do homem, Ele lhe paga; e faz a cada um segundo o seu caminho. Por que ao seu pecado acrescenta a transgressão; entre nós bate palmas, e multiplica contra Deus as suas palavras.

Porventura também tornará o homem vão o juízo de Deus, ou o homem condenará a Deus, para se justificar?
Sim, sem duvida!! Muitos têm feito o juízo de Deus como instrumento para seu particular uso, usufruindo como forma de ganho, condenando a outros por seus próprios esforços, fazendo do contexto sagrado (bíblico), arma de possessão!!

Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?” [Lucas 9]


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.


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