Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 21.mar.2017, Mateus 18

Porque o FILHO do homem veio salvar o que se tinha perdido.
[Lucas 19.10,56; Mateus 9.12-13; 10.6; 15.24]
Que vos parece? Se algum homem tiver cem ovelhas, e uma delas se desgarrar, não irá pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da que se desgarrou?
[Lucas 15.4-7; Ezequiel 34.12; Mateus 21.28; 1Reis 21.17]
E, se porventura a acha, em verdade vos digo que maior prazer tem por aquela, do que pelas noventa e nove que se não desgarraram.
[Salmos 147.11; Isaías 53.11; 62.5; Jeremias 32.37-41]
Assim também não é a vontade de vosso PAI, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca.
[João 17.12; Isaías 40.11; Zacarias 13.7; Mateus 5.16]

[611,265]

setembro 29, 2008

JESUS, o plágio e os direitos autorais...

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Alguém já parou para pensar sobre o quanto talvez, deveriam pagar ao SENHOR por usar sua Palavra para escreverem livros, editarem blogs, músicas, banners, camisetas, recebimento de dízimos e ofertas, nome de famoso, cargos eclesiásticos, posição e destaque dentro das denominações?? Entretanto, nosso Amado Senhor, Justo e Fiel, jamais nos cobrou, antes, nos comprou por bom preço, “Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” (1Coríntios 6.20), ainda mais que, do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo, vejam só, o dom gratuito de Deus...

E o que dizer de nosso amado irmão Paulo, sobre as suas epístolas, mensagens, postadas nas igrejas para edificação, mensagens que ele, Paulo, jamais questionou a autoria, pois sabia que originavam do mais sublime Trono, da parte de Deus, e, mesmo assim, nunca vendeu uma só linha do que escreveu, antes trabalhava para seu sustento próprio em trabalho secular, e, não usando o nome de Jesus como pretexto de ganho financeiro...

Aliás, uma coisa é certa, todo blog e mensagem que se diz cristão, em que o editor confessa ser crente, é baseado sem sombra de dúvidas, na Palavra de Deus e/ou por inspiração divina, assim sendo, por qual motivo então, muitos querem que seus nomes fiquem editados no rodapé de uma mensagem, por que blogs devem ser citados, requisitando para si direitos autorais??

Bem, como sempre afirmamos, tudo o que postamos, é, e sempre será, para a honra e a glória de nosso Amado Senhor e Salvador, Jesus, pois, o que importa é que Cristo cresça, que Seu Evangelho seja pregado a todas as gentes...

"Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas."
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setembro 28, 2008

Erros, contradições na Bíblia...

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Concorremos com Winkie Pratney, que, muitos gostam de enfatizar discussões sobre hipotéticos erros da Bíblia. Pois bem, a estas pessoas cujas vidas são uma constante indagação, fizemos o favor de relacionar quais os erros que elas tanto procuram.

A Bíblia está CHEIA de erros...
o primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
o segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
e assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos...
porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.

A Bíblia está CHEIA de contradições
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Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
Ela contradiz o seu pecado e o meu.

A Bíblia está CHEIA de falhas...
porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes;
assim foi com a falha de Adão;
com a falha de Caim;
e a de Moisés;
bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.
Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.

Deus não ESCREVEU a Bíblia
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para pessoas que querem jogar com as palavras;
para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
para o homem que não acredita porque não quer.

O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia...
pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da historia;
por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;
intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;
bem conhecidos pseudo-cientistas posando de críticos honestos;
convicção secreta de que este Livro está certo e de que os homens estão errados.

Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que...
os ensinamentos bíblicos são passados e irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
a Bíblia está cheia de discrepância e afirmações inaceitáveis;
Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.

A Bíblia é, afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO
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para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;
para os que tem medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;
para os que não querem examina-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são.

E você pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz...
a menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o AUTOR!
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setembro 24, 2008

Liderar ou servir?

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Compartilhamos com Osmar Ludovico, que, o moderno conceito de liderança é estranho às Escrituras, que afirmam que quem quiser ser líder deve ter postura de servo.

Existe na Igreja protestante contemporânea uma preocupação muito grande em capacitar e treinar pastores, líderes e missionários. É um anseio legítimo, já que muitos obreiros tiveram uma preparação acadêmica e técnica deficiente; e também porque, como em todo campo de atividade humana, a obra de Deus tem a necessidade de constante atualização e aprofundamento – isto é, de uma educação contínua. No entanto, na maior parte do tempo, os programas de treinamento e capacitação voltados para dirigentes cristãos são baseados em técnicas seculares. O objetivo de tais procedimentos é aprimorar habilidades, aumentar o desempenho e maximizar os resultados. Ou seja, conceitos de mercado. A proposta e a linguagem destes programas são, geralmente, distantes do projeto de Jesus de Nazaré.

A partir dessa tendência, que ganhou força a partir dos anos 1990, passamos a correr o risco de ver uma geração de pastores eficientes no domínio de técnicas de gerenciamento, marketing e formação de equipes vencedoras, mas com uma vida espiritual precária. O resultado pode ser visto na trajetória de inúmeros líderes bem sucedidos em público, mas que camuflam suas crises espirituais, existenciais e emocionais. Gente que esconde tremendos dramas familiares e crises pessoais atrás do ativismo e de discursos bem elaborados.

Esse negócio de treinamento de líderes por meio de técnicas é uma idéia secular. Muito boa, aliás, para executivos, gerentes de negócios ou coordenadores de equipes de vendas. Funciona bem no mundo corporativo, em que o coração e os sentimentos costumam valer menos que os gráficos de lucratividade. Mas esse conceito de liderança é estranho às Escrituras, que afirmam que quem quiser ser líder deve ter postura de servo. A Bíblia afirma ainda que Deus usa pessoas fracas, sobre as quais o seu poder se manifesta.

Se procurarmos o equivalente no ensino de Jesus Cristo, teremos que falar então de formação de servos pelo exemplo e amizade. Treinamos líderes para serem bem sucedidos, e por outro lado, formamos servos para se doarem sacrificialmente e desinteressadamente, cuja motivação primária é servir aquele que os enviou. Essa motivação independe de sucesso ou resultados e constitui uma diferença básica entre os dois conceitos: o primeiro oriundo das técnicas de administração de recursos humanos das grandes corporações, e o segundo inspirado na vida e no ministério de Jesus de Nazaré.

A formação dos discípulos de Cristo aconteceu no campo missionário. Ela se desenrolou nas estradas empoeiradas de Israel, em contato direto com pessoas perdidas e necessitadas, com baixo custo. Já o moderno treinamento de líderes, em geral, acontece em ambientes refrigerados de bons hotéis, com apostilas bem preparadas, preletores acadêmicos, exposições com datashow e participantes ostentando crachás coloridos e notebooks. O custo é elevado e o financiamento, geralmente, oriundo do exterior. O critério de avaliação pastoral é a curva de crescimento numérico da igreja e o desempenho do líder como gerente de bons programas e motivador de pessoas. Isso gera uma enorme crise de vocação para aqueles que resistem ao modelo do mercado adotado pelas igrejas de resultados, de rápido crescimento de audiência e faturamento.

Mesmo assim, tenho grande respeito por homens e instituições que se dedicam a treinar líderes no contexto de igreja evangélica. Gostaria muito de vê-los integrando mais a dimensão espiritual, pois muitos dos nossos pastores já não sabem mais ler a Bíblia devocionalmente e tampouco orar para se relacionar intimamente com Deus. Tendo chegado onde estão, já não sentem mais a necessidade de continuar crescendo na dimensão da transformação do caráter por meio do quebrantamento e da confissão. Tornam-se pessoas isoladas, sem amigos do coração, resistentes à exortação e rodeados de seguidores deslumbrados.

Carecemos de homens e instituições que se dediquem a ajudar pessoas separadas para o ministério a resgatar o sentido da vocação e da intimidade com Deus por meio da leitura bíblica e da oração – o que significa, necessariamente, a andar na contramão, resistindo às tentações e ao fascínio das técnicas seculares de liderança. Existe uma diferença fundamental entre investir em pessoas fornecendo ferramentas para o sucesso no ministério e a formação de servos quebrantados.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós e nos ajude a discernir a diferença entre o cristianismo que forja homens e mulheres que buscam servir a Deus e aos homens com santidade e sacrifício e o capitalismo que gera líderes religiosos vaidosos, ambiciosos e endinheirados.
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setembro 19, 2008

Conhecendo a Bíblia - 22ª parte

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ISAÍAS

O Evangelho no Velho Testamento

O primeiro versículo deste livro coloca Isaías, o filho de Amoz, como o seu autor, entre 700 – 680 aC. O nome “Isaías” significa “O SENHOR é salvação”. A visão e a profecia são reivindicadas quatro vezes por Isaías; seu nome é mencionado mais doze vezes no livro. Seu nome também aparece doze vezes em 2Reis e quatro vezes em 2Crônicas.

O Livro de Isaías é citado por dezenas de vezes no Novo Testamento, sendo atribuído em cada caso ao profeta Isaías. Vários argumentos favorecem a autoria do profeta, termos que identificam idéias e temas de especial importância para servirem de referência estão igualmente distribuídos através de todo o livro, referências à paisagem e as cores locais são uniformes. A beleza de estilo superior na poesia hebraica nos últimos capítulos pode ser explicada pela mudança de assunto, de julgamento e súplica para consolo e segurança.

O profeta coloca que ele profetizou durante os reinados de “Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá” (1.1). Alguns aceitam que o seu chamado para o ofício profético tenha sido feito no ano que o rei Uzias morreu, que foi em cerca de 740 aC (6.1,8). Entretanto, é provável que ele tenha começado durante a última década do reinado de Uzias. Por Isaías mencionar a morte do rei da Assíria, Senaqueribe, que morreu em cerca de 680 aC (37.37,38), ele deve ter sobrevivido a Ezequias por alguns anos. A tradição diz que Isaías foi martirizado durante o reinado de Manassés, filho de Ezequias. Muitos acreditam que a forma “serrados” em Hebreus 11.37 é uma referência à morte de Isaías. A primeira parte do livro pode ter sido escrita nos primeiros anos de Isaías, e foca capítulos posteriores, após a sua retirada da vida pública.

Se Isaías começa profetizando em cerca de 750 aC, o seu ministério pode ter se sobreposto aos ministérios de Amós e Oséias em Israel, bem como o de Miquéias em Judá.

Isaias profetizou no período mais crucial da história de Judá e Israel. Ambos os reinos do Norte e do Sul haviam experimentado cerca de meio século de poder e prosperidade crescentes. Israel, governado por Jeroboão e outros seis reis de menor importância, tinha sucumbido ao culto pagão; Judá, sob Uzias, Jotão e Ezequias, manteve uma conformidade exterior à ortodoxia, mas, gradualmente, caiu num sério declínio moral e espiritual (3.8-26). Lugares secretos de culto pagãos eram tolerados; o rico oprimia o pobre; as mulheres negligenciavam suas famílias na busca do prazer carnal; muitos dos sacerdotes e profetas tornaram-se bêbados que queriam agradar os homens (5.7-12,18-23; 22.12-14).

Embora estivesse para vir mais um avivamento a Judá sob o rei Josias (640-609 aC), estava claro para Isaías que a aliança registrada por Moisés em Deuteronômio 30.11-20 havia sido tão inteiramente violada, que o cativeiro e o julgamento eram inevitáveis para Judá, assim como o era para Israel.

Isaías entrou em seu ministério aproximadamente na época da fundação de Roma e dos primeiros Jogos Olímpicos dos gregos. As forças européias ainda não estavam preparadas para grandes conquistas, mas diversas potências asiáticas estavam olhando para além de suas fronteiras. A Assíria, particularmente, estava inclinada a conquistas ao sul e ao oeste. O profeta, que era um estudioso dos assuntos mundiais, podia ver que o conflito era iminente. A Assíria conquistou Samaria em 721 aC.

Depois de sua ressurreição, Jesus caminhava com dois de seus discípulos e “... explicava-lhes o que dEle se achava em todas as Escrituras” (Lucas 24.27). Para fazer isso, Jesus deve ter extraído muita coisa do Livro de Isaías, porque dezessete capítulos contém referências proféticas a Cristo.

Cristo é citado como o “Senhor, Renovo do Senhor, Emanuel, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, Raiz de Jessé, Pedra Angular, Rei, Pastor, Servo do SENHOR, Eleito, Cordeiro de Deus, Líder e Comandante, Redentor e Ungido”.

O cap. 53 é o grande capítulo do Antigo Testamento que profetiza a obra expiatória do Messias. Nenhum texto em ambos os testamentos expõe de um modo tão completo o propósito da morte vicária de Cristo na cruz. Ele é citado diretamente por escritores do Novo Testamento: 52.15 (Romanos 15.21); 53.1 (João 12.38; Romanos 10.16); 53.4 (Mateus 8.17); 53.5 (Romanos 4.25; 1Pedro 2.24); 53.7-8 (Atos 8.32-33); 53.9 (1Pedro 2.22); 53.10 (1Coríntios 15.3-4); 53.12 (Lucas 22.37).

Também existem muitos cumprimentos de detalhes no cap. 53 em adição às citações diretas.

O Espírito Santo é mencionado especificamente quinze vezes, sem contar as referências ao poder, efeito ou influência do Espírito que não citam seu nome. Há três categorias gerais sob as quais a obra do Espírito Santo pode ser descrita:

A unção do Espírito sobre o Messias para fortalecê-lo, para seu domínio e governo como Rei no trono de Davi (11.1-12); como o Servo sofredor do Senhor, que irá fazer cura, libertação, iluminação e justiça às nações (42.1-9); como o Ungido (Messias) em seus dois adventos (61.1-3; Lucas 4.17-21).

O derramamento do Espírito sobre Israel para lhes dar triunfo em sua reabilitação conforme o padrão do Êxodo (44.1-5; 63.1-5), para protegê-los de seus inimigos 59.19) e para preservar Israel em relacionamento de concerto com o SENHOR (59.21).

Entretanto, Israel deve ser cuidadoso para não se rebelar e contristar o Espírito Santo (63.10; Efésios 4.30).

A operação do Espírito Santo na criação e na preservação da natureza (40.30; ver também 48.16).

O Senhor Jesus, que teve seu ministério terreno realizado no poder e unção do Espírito Santo, como Isaías havia profetizado, prometeu derramar seu Espírito sobre a Igreja, para fortalecê-la para o ministério no cumprimento da Grande Comissão.

Isaías - O Profeta do Messias

O cumprimento de profecia é uma das provas mais fortes de que a Bíblia é inspirada por Deus e que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus. O Novo Testamento cita e aplica mais textos do livro de Isaías do que de qualquer outro profeta do Antigo Testamento. De fato, Isaías é muitas vezes referido como o "profeta messiânico", por causa das muitas profecias dele que se cumprem especificamente em Cristo. E ele escreveu essas profecias mais de 700 anos antes do nascimento de Jesus.

O propósito eterno de Deus foi descrito como um "mistério" até o momento que se revelou plenamente (Colossenses 1.26-27). Não era um "mistério" no sentido de ser desconhecido por Deus, pois ele decidiu que o seu projeto de redenção residisse em Cristo "antes da fundação do mundo" (Efésios 1.4). Mas era um "mistério" simplesmente porque os homens procuravam "Indagando que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles, indicava, anteriormente testificando os sofrimentos que a Cristo haviam de vir, e a glória que se lhes havia de seguir." (1Pedro 1.11).

Quando os profetas falavam do Messias vindouro, faziam muitas predições específicas que mostravam que a mensagem deles era da parte de Deus, não do homem. E, o cumprimento das profecias, maravilha-nos da veracidade que Jesus é o Cristo:

Mateus 1.18-23 contempla 7.14 "... uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel";

Mateus 11.5 contempla 35.5,6 "... os olhos dos cegos serão abertos...";

1Pedro 2.24-25 contempla 53.5,6 "... pelas suas pisaduras, fomos sarados.";

Mateus 27.57-60 contempla 53.9 "E puseram a sua sepultura com os ímpios e com o rico, na sua morte...";

Marcos 15.27 contempla 53.12 "... foi contado com os transgressores...";

Lucas 24 contempla 25.8 "Aniquilará a morte para sempre...";

Mateus 27.50 contempla 53.4,5 "... o castigo que nos traz a paz estava sobre ele...".

Ao longo dos séculos, os judeus que rejeitaram a Jesus não procuraram um salvador sofredor, mas Isaías claramente descreve um Messias que seria sacrificado pelos nossos pecados. Ao lermos Isaías 53, devemos ser levados a chorar de gratidão por compreendermos melhor o amor de Deus manifesto no dom de seu Filho.

Isaías profetizou dizendo que "... a sua aparência estava tão desfigurada, mais do que o de outro qualquer..." (Isaías 52:14). Quando refletimos em algumas das atrocidades das guerras em nossos dias, essa declaração pode parecer questionável à primeira vista. Mas, quando nos recordamos de sua vida na terra do começo ao fim, não pomos em dúvida que as infâmias sofridas pelo Filho de Deus ultrapassaram o que qualquer outro homem jamais sofreu.

"... não tinha parecer nem formosura..." (Isaías 53:2). Isso não trata simplesmente de seu aspecto físico, pois o Novo Testamento não nos diz nada a esse respeito. Mas Jesus abandonou a glória que tinha junto ao Pai por uma vida sem nada do que normalmente atrai as pessoas a seguir alguém, como riquezas e notoriedade política.

"... Pode vir alguma coisa boa de Nazaré?..." (João 1:46).

"Era desprezado e o mais indigno entre os homens..." (Isaías 53:3).

Nem mesmo o seu próprio povo o recebeu (João 1:11).

A cruz não foi a primeira tentativa para matá-lo. As autoridades judaicas tentaram várias vezes, mas não poderiam matá-lo até que sua hora chegasse (João 12:23-28). Era "... homem de dores..." (Isaías 53:3-4). Ele chorou por causa de Jerusalém, que escondeu assim seu rosto dele. Na noite em que foi traído, ele disse como sua alma era "cheia de tristeza até à morte..." (Mateus 26:36-41). "Da opressão e do juízo foi tirado..." (Isaías 53:8). Buscaram falsas testemunhas; três vezes Pilatos declarou sua inocência; e mesmo o ladrão na cruz disse: "Este nenhum mal fez".

Fonte: Sagradas Escrituras
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setembro 14, 2008

Conhecendo a Bíblia - 21ª parte - Cantares de Salomão

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CANTARES DE SALOMÃO

O Amor Mútuo de Cristo e Seu Povo.

A glória do simbolismo salomônico é essencial em Cantares. Jesus referiu-se duas vezes à glória e sabedoria de Salomão (Mateus 6.29; 12.42). Como filho real de Davi, Salomão tece um lugar singular na história da aliança (2Samuel 7.12,13). Seus dois nomes de nascimento, que simbolizam paz (Salomão) e amor (Jedidias), aplicam-se diretamente a Cantares (2Samuel 12.24-25; 1Crônicas 22.9). O glorioso reino de Salomão foi como uma restauração do jardim do Éden (1Reis 4.20-34), e o templo e o palácio que construiu personificam as verdades do tabernáculo e a conquista da Terra Prometida (1Reis 6.7). Salomão encaixa-se perfeitamente como a benção personificada do amor da aliança, visto que ele aparece em Cantares com toda a sua perfeição real (1.2-4; 5.10-16).

Embora Cantares não forneça informações precisas sobre o contexto, Salomão reinou em Israel de 970 a 930 aC. Linguagem e ideais similares também são encontrados na oração que Davi fez no templo por Salomão e pelo povo durante a entronização de Salomão (1Crônicas 29).

O livro de Cantares é a melhor de todas as canções, um trabalho literário de arte e uma obra–prima teológica.

No séc. II, um dos maiores rabinos, disse: “No mundo inteiro, não há nada que se iguale ao dia em que o Cântico dos Cânticos foi entregue a Israel.” O livro de Cantares, em si, é como a sua fruta favorita, a romã, em cores vivas e repleto de sementes. Bastante diferente de qualquer outro livro bíblico. Ele merece consideração especial como arquétipo bíblico que apresenta, de um modo novo, as realidades básicas das relações humanas. Cantares emprega linguagem simbólica pra expressar verdades eternas, em semelhança ao Livro de Apocalipse.

Cantares contém descrições da mulher sulamita juntamente com uma exibição completa dos produtos de seu jardim. Isso deve ser entendido como um paralelo poético do amor conjugal e como bênçãos ao povo da aliança, em sua terra.

Claras indicações são dadas na descoberta das bênçãos da aliança: “sai-te pelas pisadas das ovelhas” (1.8). Aqui, o termo “pisadas” é, literalmente, “marcas de calcanhar”, e pode ser uma alusão a Jacó, o patriarca cujo nome conota “um calcanhar”. A função pastoril de Jacó e a sua constante luta pela bênção de Deus e do homem são citadas como a norma bíblica para o povo de Deus (Oséias 12.3-4,12,14). Ele nasceu segurando o calcanhar do seu irmão, um manipulador congênito. Foi “desconjuntado” com ardil no âmago de seu ser, como ilustrado por seu mancar em Maanaim (Gênesis 32). Foi forçado a viver fora de sua terra sob a ameaça de um irmão irado. Retornou para sua terra depois de 20 anos com uma instituição familiar defeituosa. Ardil, falta de amor, ciúme, raiva e amor de aluguel (de mandrágora, um suposto afrodisíaco) entraram nessa fraca estrutura. Os próprios nomes das Doze Tribos mostram a necessidade de uma nova história familiar.

A sulamita ajuda e reescreve essa história. Ela executa a dança memorial de Maanaim (6.13; ver Gênesis 32.2). Quando encontra a quem ama, ela o detém e não o deixa partir (3.4; ver Gênesis 32.26). Mandrágoras perfumadas crescem nos campos dela (7.11-13; ver Gênesis 30.14). Quando as filhas vêem, chamam-na bem–aventurada ou feliz (6.9; ver Gênesis 30.13). Na sulamita, a corrompida árvore familiar produz “frutos excelentes”, os melhores (7.13; ver Deuteronômio 33.13-17). As bênçãos da aliança que havia sido distorcidas são redimidas.

Os mesmos acontecimentos também podem ser visto como retratos do amor conjugal. Dessa maneira, ela detém o seu marido e não o deixa partir (3.4). É o seu marido que elogia sua beleza (6.4-10). E a procissão de um casamento real e a alegria recíproca do noivo e da noiva aparecem retratadas em 3.6-5.1.

Em Cantares, é contemplada a retratação da Igreja, obra redentora de Cristo, "Jardim fechado és tu, minha irmã, esposa minha, manancial fechado, fonte selada." (4.12).

De acordo com Romanos 5.5, “... o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo...”. Baseado em Jesus Cristo, o Espírito Santo é o poder de ligação e união do amor. A feliz unidade revelada em Cantares é inconcebível à parte do Espírito Santo. A própria forma do livro como cântico e símbolo é adaptada especialmente ao Espírito, pois ele mesmo faz uso de sonhos, linguagem figurada e o canto (Atos 2.17; Efésios 5.18,19). Um jogo de palavras sutil, baseado no “sopro” divino do fôlego da vida (o Espírito Santo, Salmos 104.29,30) de Gênesis 2.7 parece vir à tona em Cantares. Isso acontece em “antes que refresque o dia” (2.17; 4.6), no “soprar” do vento no jardim da sulamita (4.16) e, surpreendentemente, na fragrância da respiração e do fruto da macieira (7.8).
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setembro 08, 2008

Permaneça no que Permance!!

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Quando nós dizemos que uma árvore está bem arraigada, não dizemos que os ventos nunca soprarão sobre ela.

Não é por você ser uma pessoa firmada nos caminhos de Deus que as lutas e as tempestades não se abaterão sobre sua vida. Mas como a casa edificada na rocha, depois que a tormenta passar você continuará de pé e alegrando-se na vitória.

Não havia espaço para dúvidas na mente de Noé. Se Deus disse, assim aconteceria. Pensa nisto: De quanto Noé necessitaria para a construção da arca: tábuas, pregos, betume, etc.? Estamos falando de muito dinheiro! Deus não fez chover sacolas de dinheiro no terreno de Noé; não nasceu nenhuma "plantação de dinheiro" em sua horta. Me permita imaginar que Noé gastou suas reservas na compra dos materiais, mas foi pouco; vendeu, quem sabe, sua maior fazenda e... foi pouco. Colocou a casa de praia à venda, os carros, a mobília cara, desfez-se de muitas coisas que acompanharam sua família por muitos de anos.

De certo que os amigos consideravam uma verdadeira loucura desfazer-se dos bens da família, de poses que eram cobiçadas por todos.

Noé investiu na única coisa que iria flutuar. Uma casa com dez quartos, um bosque na parte de trás, churrasqueira, garagem para quatro carros, piscina com queda de água natural... Pra que tudo isso? Tudo iria ficar irremediavelmente submerso. De que adiantaria tudo isso a muitos metros de profundidade, quando as águas viessem?

Creio que neste dia Deus quer nos dizer que precisamos investir no que irá "flutuar" no futuro. Pra que manter certos relacionamentos, se na volta de Jesus eles se desfarão? Pra que consumir todo o nosso tempo em projetos que serão "submersos" um dia? Pra que nos deixar vencer pela ansiedade e preocupação por algo que não existirá em um futuro próximo? Tudo o que nossas mãos conseguirem produzir sem a presença de Cristo será desfeito um dia. É necessário desfazer-se de coisas que "afundam".

Alguém talvez tenha perguntado a Noé: "Esse barco não tem velas, não tem leme... Você irá pra onde? É seguro?"

Ao acreditarmos nos planos de Deus, por mais improváveis que pareçam, seremos conduzidos para onde o Senhor quer; na segurança de Seus braços de amor.
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setembro 07, 2008

Prosperidade, até quando?

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É sempre bom relembrar!

Informações distorcidas da Verdade

Muitos sites que aí estão, distorcem da Verdade, querem levar para si os méritos da Palavra de Deus, levar para si a glória do SENHOR. Como um pequeno exemplo, muitos tem questionado se Arão morreu no monte Hor ou em Moserá.

* Monte Hor: “Então Arão, o sacerdote, subiu ao monte Hor, conforme o mandado do SENHOR; e morreu ali no quinto mês do ano quadragésimo da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no primeiro dia do mês” (Nm 33.38)

* Moserá: “E partiram os filhos de Israel de Beerote-Benê-Jaacã a Moserá; ali faleceu Arão, e ali foi sepultado, e Eleazar, seu filho, administrou o sacerdócio em seu lugar” (Dt 10.6).

Novamente afirmamos, estão, os leitores, sempre se deparando com a questão (ou impasse) em um site eivado de matérias céticas, cujo propósito é unicamente depreciar a Palavra de Deus. Reconhecemos que até possa surgir uma pequena dificuldade diante desses versículos, entretanto, o que nos chama a atenção é a atitude injusta de tais pessoas que dedicam suas vidas a “pincelar” problemas bíblicos sem, contudo, mover o mínimo de esforço para pesquisar o assunto. Em verdade, não estão aptas para tirar conclusões fundamentadas dos fatos verdadeiros.

Não há nenhum impasse entre os textos acima transcritos. O monte Hor ficava na fronteira do território de Edom, enquanto Moserá nada mais era do que um pequeno local situado no sopé desse monte. A Bíblia relata que o sepultamento de Arão ocorreu no acampamento de Moserá e sua morte, no cume do monte (Ver Nm 20.28).

Prosperidade

Referindo aos programas de rádio e TV e igrejas que vivem cheias de gente atrás de realizar os sonhos que viram nos testemunhos: falidos que viram milionários, pé-rapado que vira empresário, corrente disso, água santa daquilo, azeite ungido daquilo outro, dinheiro, dinheiro, dinheiro... É claro que tudo pode ser usado por Deus para os Seus propósitos, mas o fato de algo ser usado não significa que é bom. Deus usou uma mula para falar com Balaão, mas não acredito que a gente possa parar de pregar o evangelho se Ele pode usar mulas para fazê-lo.

Vemos muitos errando na Bíblia e esses erros às vezes sendo transformados em algo para a glória de Deus, porém o que errou continua sendo responsável. Lembre de José falando a seus irmãos, quando se revela a eles como governador do Egito: "E José lhes disse: Não temais; porventura estou eu em lugar de Deus? Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o tornou para bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar em vida a um povo grande." Gn 50:19,20

Não podemos nos esquecer de que vivemos numa época de apostasia (abandono da Verdade) e isso irá piorar muito após o arrebatamento da igreja, o que pode acontecer a qualquer momento. Procure ler as cartas de Timóteo no contexto profético de tempo. Ambas falam da "casa de Deus" (o aspecto governamental da igreja, ou a parte que cabe aos homens cuidarem).

Na primeira são dadas instruções... “... para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade." 1Timóteo 3:15 Esta fala de como a casa de Deus deveria ser.

Na segunda fala de como ela ficou. "Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra." 2Timóteo 2:20 É uma casa onde há de tudo e a responsabilidade dos que buscam a Verdade é se afastarem do erro (leia o contexto) para se reunirem com aqueles que o fazem de coração puro (ou purificado desses erros). O trecho fala de separação.

A primeira fala ainda, em seu contexto histórico, dos "últimos tempos", um período mais extenso: "MAS o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;" 1Timóteo 4:1 Isso já acontece há muitos séculos.

A segunda fala dos "últimos dias", um período breve e final. "SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos." 2Timóteo 3:1 Na continuação é dado o estado dos cristãos (é importante entender que não está falando de pagãos ali, mas de cristãos nominais): "Porque haverá homens...

· [1] amantes de si mesmos, avarentos [2] presunçosos [3] soberbos [4] blasfemos [5] desobedientes a pais e mães [6] ingratos

· [1] profanos [2] Sem afeto natural [3] irreconciliáveis [4] caluniadores [5] incontinentes [6] cruéis

· [1] sem amor para com os bons [2] Traidores [3] obstinados [4] orgulhosos [5] mais amigos dos deleites do que amigos de Deus [6] Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela.”

Se observarmos, temos 3 grupos de 6 características (666) que levam para o homem que tem aparência de piedade (parece um carneiro), mas nega a eficácia dela (fala como um dragão Apocalipse 13:11). É preciso entender que a oposição maior aos convertidos no final virá da própria cristandade organizada, "a mulher" de que nos fala o Apocalipse.

É interessante como neste trecho de 2Timóteo, Paulo fala de pessoas levadas por concupiscências (desejos) por homens com as características acima. É o que vemos aos montes hoje nas ditas 'igrejas' que oferecem curas, milagres, dinheiro, romance e tudo o que o ser humano mais deseja, com segundas intenções. Note também que esta foi a última carta que Paulo escreveu e ele termina dizendo que foi abandonado por todos. Vivemos num tempo de abandono da Verdade (apostasia), principalmente da Verdade revelada a Paulo (que você não encontra em outros lugares das Escrituras).

"A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo, E demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus" (Efésios 3:8-10)

Meditando, na Palavra de Deus que, Jesus veio ao mundo na forma mais simples e humilde, numa manjedoura (Lucas 2:7), requereu do jovem rico que vendesse tudo o que tinha, dando aos pobres, e o seguir (Marcos 10:17-24), Paulo nos afirma que podia tudo naquele que o fortalecia, inclusive passar fome (Filipenses 4:11-13), se nada trouxemos para o mundo e se tivermos o que comer e com que cobrir estejamos alegres (1Timóteo 6:7,8), não se pode servir a Deus e as riquezas (Mateus 6:24) e bem nos adverte Hebreus 13:5 “Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.

Se meditarmos na humildade e simplicidade de se servir a Deus, então, poderemos com fé receber a bem-aventurada promessa que o SENHOR nos fez e não nos preocuparmos com o dia de amanhã (Mateus 6:34), pois a preocupação com o dia de amanhã e com as coisas de baixo, desta terra (Colossenses 3:1,2), com certeza levará a não se estar preocupado com a Vinda Gloriosa de Jesus, “para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo;” (Filipenses 2:15).

Se o cristão, seguidor de Jesus, discípulo do Senhor, tivesse que ser rico, famoso, dono de empresa, cantor de multidões com necessidade de plástica facial e pintura dos cabelos, prospero, bonito, usar ternos e roupas de marca, carro do ano, possuir marcas importadas, morar em casarões, viagens de aviões, hospedar em hotéis 5 estrelas, enfim, ter uma vida de rico, porque será então que o nosso amado irmão Paulo trabalhava dia e noite para não ser pesado aos irmãos (Atos 18:3; 2Coríntios 11:9; 12:16), passou fome, passou necessidades (Filipenses 4:10-20)?

* Lembre-se, que Paulo era um instrumento poderoso nas mãos de Deus, de sorte que até com os seus lenços e aventais eram expulsas enfermidades e espíritos malignos de muitos (Atos 19:11,12).

* E você o que tem sido perante DEUS?

* "Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua Justiça", o restante virá conforme a Vontade de Deus (Mateus 6:33).

* Jesus Cristo quando habitou entre nós, era constituído de ossos, cérebro e músculos. Sendo de nossa própria carne, compartilhava das fraquezas da humanidade. As circunstâncias de Sua vida foram de ordem a expor-Se Ele a todas as inconveniências de pertencer ao gênero humano, não em riqueza e facilidades, e sim em pobreza, carência e humilhação. Jesus respirou o mesmo ar que inspiramos. Caminhou sobre o solo como o fazemos. Tinha raciocínio, consciência, memória, vontade e afeições de uma alma humana, tudo isso unido à Sua natureza divina.

"E esta é a promessa que Ele nos fez: a vida eterna." (1João 2:25)
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setembro 05, 2008

Conhecendo a Bíblia - 20ª parte

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PROVÉRBIOS DE SALOMÃO

O livro de Provérbios, como declara a sua introdução, tem como propósito ensinar as pessoas a alcançar sabedoria, a disciplina e uma vida prudente, e a fazer o que é correto, justo e digno. Em suma, ensina a aplicar e fornecer instrução moral. O título do livro vem originalmente de sua forma hebraica Míshlê Shelomoh ("Provérbios de Salomão"). Como é comum na Bíblia Hebraica, o título hebraico do livro é simplesmente um conjunto de palavras do primeiro verso do livro.

Salomão escreveu e compilou a maior parte do livro de Provérbios no princípio de seu reinado, (1Reis 4.29-34; 10.24), Provérbios 1.1, mais poemas de Agur (cap. 30), Lemuel (cap. 31). Foram compilados pelos escribas de Ezequias, rei de Judá (25.1). Uma vez que o Livro de Provérbios é uma compilação, sua composição estendeu-se por um longo período, com a obra principal datada de cerca de 950 aC. Os caps. 25-29 são identificados como transcritos pelos “homens de Ezequias”, o que situa a cópia em cerca de 720 aC, embora o material em si fosse de Salomão, talvez retirado de um documento separado encontrado no tempo de Ezequias.

Salomão, rei de Israel, era filho de Davi e de Bate-Seba. Ele reinou por quarenta anos, de 970 a 930 aC, assumindo o trono quando tinha cerca de vinte anos de idade. Sem dúvida influenciado pelos Salmos escritos por seu pai, Salomão nos deixou mais livros do que qualquer outro escritor do Antigo Testamento, excetuando-se Moisés. Parece provável que Cantares de Salomão tenha sido escrito quando ele era um jovem romântico; Provérbios, quando estava mais maduro e no auge de seu poder; Eclesiastes, quando já estava mais idoso, mais inclinado a conclusões filosóficas— e talvez mais cínico. Se poder não se mostrava em campos de batalha, mas no domínio da mente: meditação, planejamento, negociação e organização. A reputação de Salomão para a sabedoria provém não apenas de seus resultados práticos, como no caso da disputa de um bebê (1Reis 3.16-27), mas também de declarações diretas das Escrituras. Em 1Reis 3.12 Deus diz: “Eis que te dei um coração tão sábio e entendido, que antes de ti teu igual não houve, e depois de ti teu igual se não levantará.” Em 1Reis 4.31 ele é considerado “mais sábio do que todos os homens”, seguindo um citação de vários nomes de homens sábios para comparação.

Podemos encontrar diversas formas literárias no livro de provérbios: poemas, pequenas parábolas, lições de vida. Entre as figuras literárias mais comuns, podemos citar as antíteses, as comparações e personificações. Os provérbios são o adorno do Velho Testamento. Salomão viveu 500 anos antes dos sete sábios da Grécia e 700 anos antes de Sócrates, Platão ou Aristóteles, então Salomão não dependia nos escritos dos outros, mas sim de Deus.

Um provérbio é uma parábola condensada. Uma parábola é um provérbio ilustrado.

Tudo nos proporciona uma prova valiosa de conduta pessoal. Mostra o positivo e o negativo. Jesus nos aconselhou em Mateus 10.16, a sermos "prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas."
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setembro 03, 2008

Jesus Cristo é o Senhor...

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Como é maravilhoso ouvirmos falar de nosso Amado Salvador...

Em um simples momento, Seu nome é exaltado, glorificado, as ciladas que são armadas para que o nome de Jesus não seja adorado, sempre caem por terra, se as 'igrejas' não estão dando o testemunho do amor de Jesus, trazendo só escândalos, Deus usa jovens e em momentos inesperados...

“Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém.”