junho 17, 2010

Israel, Hamas

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É necessário acompanhar o que se escreve e se fala sobre o embate de Israel e o Hamas, pois, nitidamente o que é expresso, se refere a um antiamericanismo travestido de antisionismo.

E por que?

Porque é claro o fato de 99% dos analistas(??), alguns dizendo-se especialistas(??), não conhecem nada sobre a realidade histórica, política e cultural daquela região.

Houve um que escreveu que nas escolas de Israel se ensina ódio, mas nas árabes se ensina o Humanismo, será que este especialista(??) esqueceu que o Humanismo é um valor essencial do ocidente?

O conflito tem sido mostrado como uma luta de coitados que apenas desejam ser independentes no seu pedacinho de terra e que são impedidos pelos monstruosos e poderosos sionistas [Sionismo: Doutrina que pretendia o estabelecimento de um estado israelita independente na Palestina.]

Muito bem! Eis uma falha nestas análises baseadas apenas no ouvi dizer:

Eles não compreendem que o Hamas não é um movimento nacionalista! Não busca a criação de uma pátria palestina, e nem pode, pois, é parte da Irmandade Muçulmana, a qual busca um território islâmico, o Califado, um espaço muito mais amplo, sem fronteiras baseadas em conceitos ocidentais de estados-nações;

Para atingir tal objetivo político e religioso o Hamas une-se a inimigos antigos, os xiitas, representados neste caso pelo governo iraniano [não que eles se apreciem, pelo contrário, após uma possível eliminação dos “infiéis”, o primeiro passo será a disputa entre xiitas e sunitas para controlar o mundo islâmico, o Dar AL-Islam).


Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam.


Compilação Sonia Bloomfield

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