Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

“E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
” [Almeida, 1850]

[782,630]


abril 23, 2009

Entendimento se encontra na teologia?

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Em verdade, jamais se encontrará "entendimento" através da teologia.

Entendimento se encontra examinando a Palavra de Deus dia e noite, com humildade, orações, de joelhos, jejuns, mansidão, com o coração voltado para Jesus e não para interesses pessoais, e muito menos em movimentos criados por homens, nos consagrando a Deus “e não sendo conformados com este mundo, mas sendo transformados pela renovação do nosso entendimento, para que experimentemos qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.2).

Mas de joelhos? Aprendemos com Davi no salmo 95.6, que era segundo o coração de Deus, “Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor que nos criou”.

Agora, precisamos distinguir o que é busca de entendimento e busca de conhecimento/sabedoria humana/instrução, sendo que dentro das salas de aula estão, como podemos aludir 2Timóteo 2.7, “sempre aprendendo, mas nunca podendo chegar ao pleno conhecimento da verdade”, pois quem busca conhecimento/sabedoria humana/instrução, vive o seu exibicionismo acadêmico excêntrico, e, “assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor” (Jeremias 9.23,24).

Agora, para buscar entendimento se procede assim, “então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração” (Jeremias 29.12,13), e também, “clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes” (Jeremias 33.3).

E quando se humilha perante o Senhor Deus (o que é difícil encontrar no meio chamado evangélico), “então me disse: Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras; e eu vim por causa das tuas palavras” (Daniel 10.12).

Assim, “o entendimento para aqueles que o possuem, é uma fonte de vida, mas a instrução dos tolos é a sua estultícia” (Provérbios 16.22), por qual temos a certeza “e sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1João 5.20).

Mas os líderes almofadinhas, cheios de títulos, achando que são os donos da igreja, mercenários, amantes de si mesmos, que estão à frente destes discursos inflamados em cima de seus púlpitos particulares e a meia dúzia de sábios evangélicos, afirmamos “por que lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas não com entendimento” (Romanos 10.2).

Entendemos que a sabedoria humana (a que se adquire em bancos de escola/faculdade/cursos) não levará ninguém para o Reino de Deus, mas sim amar a Deus de todo o coração, entendimento, alma, forças, ao próximo, “e o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só Deus, e que não há outro além Dele; E que amá-Lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios. E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E já ninguém ousava perguntar-lhe mais nada” (Marcos 12.32-34).

Sendo o nosso Deus, fogo consumidor, assim nos diz “instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio para que não se cheguem a ti” (Salmo 32.8,9)

Por fim, conhecemos uma espírita professora universitária de história e biologia que cursa teologia e um teólogo com especialização em grego por uma Universidade Federal, que pastoreou uma igreja batista, sendo defensor da tatuagem e do piercing. Estes não adquiriram “entendimento” em sala de aula de teologia!!!
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abril 19, 2009

A Grande Ceia

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E, ouvindo isto, um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado o que comer pão no reino de Deus. (Lucas 14.15)

Quantos estão escusando-se de participar da grande Ceia, a qual o Senhor convidou a muitos. Já tudo está preparado.

As coisas e prazeres deste mundo estão desviando a atenção do reino de Deus, certa expectação pelo dia de amanhã. Uma horrenda preocupação em ser o dono da verdade acima da soberania de Deus, vem tomando conta do meio evangélico...

E todos a uma começam a escusar-se!

Certa preocupação em possuir uma nova casa e importa ir vê-la;

A compra do carro novo, e experimentá-lo!

Casamentos, e, portanto não podem ir.

Enfim, o bel-prazer, a avareza, o desejo no enriquecimento, a barganha dizimista, o exibicionismo, os prazeres mundanos, estão levando milhares de milhares a escusar da misericórdia de Deus para com o homem, Jesus Cristo...

Evangélicos se amontoam em cultos, shows gospel, num desejo frenético de satisfazer os desejos da carne, em detrimento ao louvor verdadeiro ao Senhor dos senhores...

Evangélicos se enfileiram em templos na tentativa de troca entre bênçãos e dízimos...

Evangélicos se acotovelam na tentativa de tocar em seus pastores gurus ou cantores ídolos...

Mas escusam-se de fazer a vontade de Deus, deixar as coisas do mundo e seguir a Cristo!

O Senhor é quem faz a enérgica declaração de que serão excluídos todos os que originalmente foram chamados. Mas isto não significa que o céu exclui arbitrariamente a ninguém. O Senhor simplesmente anula Seu convite original, que tinha sido tão rudemente recusado.

Deixemos de perca de tempo, a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim O adorem... a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.

Deus não se deixa escarnecer. Visto como na sabedoria de Deus muitos do meio evangélico não conheceram a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
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abril 17, 2009

SELOS! SELOS! & SELOS!

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E com muita alegria, que em nosso humilde blog, editamos estes nobres e amáveis SELOS, que nossos amados irmãos nos tem agraciado.

Louvamos ao Senhor! Por Seu infinito Amor que nos tem derramado, nos iluminando para que, tudo quanto façamos, façamos para a glória, para a honra e para o louvor de nosso Amado Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Estas tão gentis indicações, nos trazem uma maior união e nos fortalece a estarmos persistindo na defesa do Santo evangelho de Jesus Cristo.

Indicamos nossos amados irmãos, todos que nos acompanham e nos visitam, e que adoram ao Senhor e divulgam Sua Palavra, pois, são merecedores de tal distinção como difusores e incentivadores culturais...

Selo "nota 10"
- Deus abençoe ricamente nossas amadas irmãs Meire e Misrai Atanasio.



Award - Deus abençoe ricamente nossa amada irmã Eloiza Nogueira.



Selo "Este Blog dá-me Energia" - Deus abençoe ricamente nossa amada irmã Sandra Veneziani.



Selo "Diga ao fraco eu sou forte"
- Deus abençoe ricamente nosso amado irmão Allen Sarlo/AD Assú - RN



Selo - "Seu blog é Roxie - Alegre e Criativo" - Deus abençoe ricamente nossa amada irmã Sandra Veneziani



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abril 16, 2009

A IGREJA

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O que é a igreja? O pensamento de Deus não é o cristianismo; não é o de ter igrejas como centros organizados do cristianismo; não é a propagação do ensino e empreendimento cristãos.

O pensamento de Deus é o de ter um povo na terra no qual, e no meio do qual, Cristo é tudo em todos. Esta é a Igreja.

Temos que revisar nossas idéias. No pensamento de Deus a Igreja começa e termina com isto – a absoluta supremacia do Senhor Jesus Cristo.

E o que Deus está sempre buscando é juntar aqueles de Seu povo que mais completamente concretizarão este pensamento dEle, e serão para Ele a satisfação de Seu próprio desejo eterno: o Senhor Jesus em todas as coisas tendo a preeminência e sendo tudo em todos.

Ele ignora a grande instituição, a assim chamada “igreja”, e está com aqueles que em si mesmos são de um humilde e contrito espírito e que tremem diante de Sua palavra, e nos quais o Senhor Jesus é o único objeto de reverência e adoração. Estes satisfazem o coração de Deus. Estes, para Ele, são a resposta à Sua eterna busca.

Vocês percebem que a Palavra de Deus diz isto. Vejam novamente Colossenses 3.11: “no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos”.

Eles têm se revestido “do novo homem, que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou”. Observem atentamente estas palavras e entenderão que este é o homem corporativo, a Igreja, o Corpo de Cristo, “a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (Efésios 1.23).

E ali, naquele homem corporativo, não pode haver grego ou judeu. Note as palavras. Não diz que gregos e judeus se unem em uma abençoada comunhão. Não, não há nacionalidades na igreja; temos nos livrado de todas as nacionalidades, e agora temos um novo homem espiritual, uma nova criação, onde não pode haver grego, judeu, escravo, livre. Todas as distinções terrenas se foram para sempre – é um novo homem. O braço direito não é um judeu e o braço esquerdo um grego!

Não, isto passou. Nesta Igreja há apenas um novo homem – não uma combinação onde anglicanos, metodistas, batistas, congregacionais e todo o resto se juntam e esquecem suas diferenças por um tempo; isto não é a Igreja. Na Igreja estas diferenças não são meramente cobertas por um tempo – elas não existem. Há um Corpo, um Espírito. A Igreja é isto, “Cristo é tudo em todos”. Tenha isto e tem-se a Igreja. Chamar qualquer outra coisa de Igreja e deixar isto de fora é uma contradição. Testem-na através disto.

Se for verdade que a vida cristã conforme o pensamento e a mente de Deus é somente isto, “Cristo, tudo em todos”, então somos eu e você verdadeiros crentes? Pois temos visto que mediante a cruz nós desaparecemos para dar lugar para o Senhor Jesus. Agora, se professamos ter vindo pelo caminho do Calvário até o Senhor, a implicação é que desaparecemos por intermédio desta cruz, para que Cristo seja tudo em todos.

O que pensar? Queremos nós um pedacinho do mundo? Nós ainda voluntariamente nos apegamos a esta ou aquela coisa fora do Senhor, porque o Senhor Jesus não tem nos satisfeito plenamente e precisamos ter um contrapeso? Um crente mundano é uma contradição de termos.

Ter um pouquinho de algo fora de Cristo é negar o Calvário e permanecer diretamente em oposição ao eterno propósito de Deus referente a Cristo. Você assume esta responsabilidade? Deus determinou isto desde toda a eternidade no referente a Seu Filho.

Podemos nós professar pertencer ao Senhor Jesus e ao mesmo tempo ainda não ser verdade que Ele é tudo em todos para nós? Se podemos, há algo errado, há uma negação, uma contradição. Estamos nos opondo ao pensamento e propósito de Deus.

É verdade que Cristo é tudo em todos?
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abril 15, 2009

Conhecendo a Bíblia - 41ª parte – MARCOS

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EVANGELHO SEGUNDO MARCOS

Em 64 dC, Nero acusou a comunidade cristã de colocar fogo na cidade de Roma, e por esse motivo instigou uma temerosa perseguição na qual Paulo e Pedro morreram. Em meio a uma igreja perseguida, vivendo constantemente sob ameaça de morte, o evangelista Marcos escreveu suas “boas novas”. Está claro que ele quer que seus leitores tomem a vida e exemplo de Jesus como modelo de coragem e força. O que era verdade para Jesus deveria ser para os apóstolos e discípulos de todas as idades.

No centro do Evangelho há pronunciamentos explícito de “que importava que o Filho do Homem padecesse muito, e que fosse rejeitado pelos anciãos, e pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas, que fosse morto, mas que, depois de três dias, ressuscitaria” (8.31) Esse pronunciamento de sofrimento e morte é repetido (9.31; 10.32-34), mas torna-se uma norma para o comprometimento do discipulado: “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz e siga-me” (8.34). Marcos guia seus leitores à cruz de Jesus, onde eles podem descobrir o significado e esperança em seu sofrimento.

Marcos estrutura seu Evangelho em torno de vários movimentos geográficos de Jesus, que chega ao clímax com sua morte e ressurreição subsequente. Após a introdução (1.1-13), Marcos narra o ministério público de Jesus na Galiléia (1.14-9.50) e Judéia (capítulos 10-13), culminando na paixão e ressurreição (capítulos 14-16). O Evangelho pode ser visto como duas metades unidas pela confissão de Pedro de que Jesus era o Messias (8.17-30) e pelo primeiro anúncio de Jesus e sua crucificação (8.31).

Marcos é o menor dos Evangelhos, e não contém nenhuma genealogia e explicação do nascimento e antigo ministério de Jesus na Judéia. É o evangelho da ação, movendo-se rapidamente de uma cena para outra. O Evangelho de João é um retrato estudado do Senhor, Mateus e Lucas apresentam o que poderia ser descrito como uma série de imagens coloridas, enquanto que Marcos é como um filme da vida de Jesus. Ele destaca as atividades dos registros mediante o uso da palavra grega “euteos” que costuma ser traduzia por “imediatamente”. A palavra ocorre quarenta e duas vezes, mais do que em todo o resto do Novo Testamento. O uso frequente do imperfeito por Marcos denotando ação contínua, também torna a narrativa rápida.

Marcos também é o Evangelho da vivacidade. Frases gráficas e surpreendentes ocorrem com frequência para permitir que o leitor reproduza mentalmente a cena descrita. Os olhares e gestos de Jesus recebem atenção fora do comum. Existem muitos latinismos no Evangelho (4.21; 12.14; 6.27; 15.39). Marcos enfatiza pouco a lei e os costumes judaicos, e sempre os interpreta para o leitor quando os menciona. Essa característica tende a apoiar a tradição de que Marcos escreveu para uma audiência romana e gentílica.

De muitas formas, ele enfatiza a Paixão de Jesus de modo que se torna a escala pela qual todo o ministério pode ser medido: “Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (10.45). Todo o ministério de Jesus (milagres, comunhão com os pecadores, escolha de discípulos, ensinamentos sobre o reino de Deus, etc.) está inserido no contexto do amor oferecido pelo Filho de Deus, que tem seu clímax na cruz e ressurreição.

Esse livro não é uma biografia, mas uma história concisa da redenção obtida mediante o trabalho expiatório de Cristo.

Marcos demonstra as reivindicações messiânicas de Jesus enfatizando sua autoridade como Mestre (1.22) e sua autoridade sobre satanás e os espírito malignos (1.27; 3.19-30), o pecado (2.1-12), o sábado (2.27-28; 3.1-6), a natureza (4.35-41; 6.45-52), a doença (5.21-34), a morte (5.35-43), as tradições legalistas (7.1-13,14-20), e o templo (11.15-18).

Título de abertura do trabalho de Marcos, “Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (1.1), fornece sua tese central em relação a identidade de Jesus como o Filho de Deus. Tanto o batismo quanto a transfiguração testemunham sua qualidade de Filho (1.11; 9.7).

Em duas ocasiões, os espíritos imundos o reconhecem como Filho de Deus (3.11; 5.7). A parábola dos lavradores malvados (12.6) faz alusão à qualidade de Filho divino de Jesus (12.6).

Por fim, a narrativa da crucificação termina com a confissão do centurião: “Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus” (15.39).

O titulo que Jesus usava com mais frequência para si próprio, em Marcos, é “Filho do Homem”. Como designação para o Messias, este termo (ver Daniel 7.13) não era tão popular entre os Judeus como o título “Filho do Homem” para revelar e para esconder seu messianismo e relacionar-se tanto com Deus quanto com o homem.

Marcos, atentando para o discipulado, sugere que os discípulos de Jesus deveriam ter um discernimento amplo ao mistério de sua identidade. Mesmo apesar de muitas pessoas interpretarem mal sua pessoa e missão, enquanto os demônios confessam sua qualidade de Filho de Deus, os discípulos de Jesus precisam ver além de sua missão, aceitar sua cruz e segui-Lo. A segunda vinda do Filho do Homem revelará totalmente seu poder e glória.

Junto com os outros escritores do Evangelho, Marcos recorda a profecia de João Batista de que Jesus “vos batizará com o Espírito Santo” (1.8), Os crentes seriam totalmente imersos no Espírito, como os seguidores de João o eram nas águas.

O Espírito Santo desceu sobre Jesus em seu batismo (1.10), habilitando-o para seu trabalho messiânico de cumprimento da profecia de Isaías (Isaías 42.1; 48.16; 61.1-2). A narrativa do ministério subsequente de Cristo testemunha o fato de que seus milagres e ensinamentos resultaram da unção do Espírito Santo.

Marcos declara graficamente que “o Espírito o impeliu para o deserto” (1.12) para que fosse tentado, sugerindo a urgência por encontrar e vencer as tentações, que queria corrompê-lo antes que se embarcasse em uma missão de destruir o poder do inimigo nos outros.

O pecado contra o Espírito Santo é colocado em contraste com “todos os pecados” (3.28), pois esses pecados e blasfêmias podem ser perdoados. O contexto define o significado dessa verdade assustadora. Os escribas blasfemaram contra o Espírito Santo ao atribuírem a satanás a expulsão dos demônios. Que Jesus realizava pela ação do Espírito Santo (3.22). Sua visão prejudicada tornou-os incapazes do verdadeiro discernimento. A explicação de Marcos confirma o motivo de Jesus ter feito essa grave declaração (3.30).

Jesus também refere à inspiração do Antigo Testamento pelo Espírito Santo (12.36). Um grande estímulo aos cristãos que enfrentam a hostilidade de autoridades injustas é a garantia do Senhor de que o Espírito Santo falará através deles quando testemunharem de Cristo (13.11).

Além das referências explícitas ao Espírito Santo, Marcos emprega palavras associadas com o dom do Espírito, como poder, autoridade, profeta, cura, imposição de mãos, Messias e Reino.

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Foto: Página 117 do Codex Khabouris - final do Evangelho de Marcos e início do Evangelho de Lucas (o texto em vermelho - rúbrica - conecta os dois livros) - Portanto, o Codex Khabouris é uma cópia feita no século XI, de um manuscrito do século IV. Paul Younan acredita ainda que este manuscrito do século IV é uma cópia do Novo Testamento em Aramaico mais antigo ainda, provavelmente do século I.

"Assim, com o Khabouris temos, creio eu, um texto de 3a. geração que estava muito próximo ao original, uma vez que só 2 … ou um máximo de 3 escribas, no total, tiveram suas mãos em cima. É por isso que é tão valioso. É apenas o 3o. elo da cadeia."
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abril 13, 2009

EVANGELHO DA GRAÇA: moeda de barganha!

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Somos agraciados pela Palavra de Deus para não nos deixa confundidos:

“E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão.”

Devemos por Amor a obra de Deus, não procurar os sinais, mas estes nos seguirão.

Basta tão somente crer!

Muito embora, nosso Amado Senhor sempre cooperar com os que crêem, confirmando assim os sinais que se seguem, muitos, milhares, buscam tais sinais através de outrem...

Milhares estão crendo que o “homem” é quem é detentor de tais sinais, e milagres.

Milhares abarrotam salões em busca destes sinais, em busca de cura da carne, em busca de um milagreiro, sem jamais virem a contemplar a graça que há em Cristo Jesus!

Buscam a imposição de mãos e orações de homens fraudulentos, homens como Simão (Atos 8.18,19), vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro...

Mas, devemos nos acautelar, pois, o Espírito Santo alerta para que, homens amantes de si mesmos, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira.

Muitos sinais de mentira são realizados em cultos show, onde sempre há a introdução de alguma manobra de se arrecadar recursos para supostamente manter tais locais, encobertamente afirmando ser obra de Deus, tornando assim o evangelho da graça de nosso Senhor Jesus Cristo em moeda de barganha, utilizam o nome de Jesus como moeda, fazendo milhares de incautos em presas fáceis, milhares de gananciosos em suporte financeiros do deleite de homens avarentos! Vendedores de credenciais, parceiros fraudulentos!

Utilizam o evangelho da graça em moeda para seus próprios proveitos, afirmam ser para manutenção de templos, mas desviam tais recursos na compra de mansões, fazendas, chegando ao desvio de dinheiro alheio para o exterior e na aquisição de bens materiais para suas famílias!

Estes negociadores evangélicos religiosos suprimem a vontade de Deus: “de graça recebestes, de graça dai”
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