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setembro 19, 2016
Os ribaldos religiosos insinuam que os DESIGREJADOS procuram a Igreja perfeita
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Contexto bíblico João 1:
"Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de DEUS, aos que creem no Seu nome;"
Todas as vezes em que ocorre um debate, entre nós desigrejados e as lideranças eclesiásticas, estas, no intuito em inverdades, afirmam que estamos a procura de uma "Igreja" perfeita e por este motivo saímos das igrejas instituições.
Os religiosos, ribaldos (quem engana propositadamente os outros ou age de forma traiçoeira = BILTRE; VELHACO), por particular interpretação, passada de geração em geração, afirmam em mentira, sofisma em argumento capcioso para enganar, o dogma de que é necessário para se ter salvação e por conseguinte, se tornar filho de DEUS, se e somente se, frequentar, ser membro de uma instituição religiosa apelidada de 'igreja' ou um templo religioso denominado em engano de 'igreja';
Nada mais patético, leviano!!
A Igreja perfeita existe e não é preciso procurar, por que pertencemos a Ela, a imaculada, noiva, orgânica (sem paredes), a santa Igreja de CRISTO, edificada pelo próprio SENHOR [Mateus 16], e certamente, nunca foi e nunca será uma igreja instituição, ou igreja local, ou igrejas protestantes (evangélicas), católica!!
Para tanto, o SENHOR tem um chamado [Mateus 22], e aos que chama, pelo contexto de João 1, é testificado que se O recebem e creem no Seu nome, são feitos filhos de DEUS, portanto, a contextualização do evangelho nos afirma que nossa salvação está diretamente relacionada à crer em CRISTO e não se pertencemos às igrejas instituições A ou B;
Em nenhuma passagem do evangelho de CRISTO, afirma da obrigatoriedade de ter que ser membro desta ou daquela instituição religiosa para que sejamos filhos e participantes da glória do CRIADOR!!
Em nenhuma passagem do evangelho de CRISTO, afirma da obrigatoriedade de ter que ser membro desta ou daquela instituição religiosa para que sejamos filhos e participantes da glória do CRIADOR!!
Indo mais além; no contexto de João 1 o SENHOR nos agracia com Seu amor e Seu beneplácito (autorização ou consentimento = ANUÊNCIA, APRAZIMENTO, APROVAÇÃO, AQUIESCÊNCIA):
- "Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de DEUS" [vs 13]. (grifo meu!)
Ainda, pelo contexto em João 1 não há possibilidades de nossa salvação e condução à filhos do ALTÍSSIMO ser pelo pretexto malicioso, maligno na necessidade de alguma instituição religiosa ou não há necessidade de nenhuma igreja instituição ou local fundada e criada por vontade de homens, e nem de sermos liderados ou conduzidos à CRISTO por nenhum homem religioso (pastores, bispos, missionários, padres, ou qualquer outro com título eclesiástico);
Sendo assim, é de maneira indubitável, sem dúvidas, com certeza, inquestionável, incontestável, claro e cristalino, certo, absoluto, óbvio, naturalmente, assegurada, positivamente, decisivamente uma única verdade, a vontade de DEUS nos basta!!
Sendo assim, é de maneira indubitável, sem dúvidas, com certeza, inquestionável, incontestável, claro e cristalino, certo, absoluto, óbvio, naturalmente, assegurada, positivamente, decisivamente uma única verdade, a vontade de DEUS nos basta!!
Diante o exposto, temos a certeza que CRISTO edificou a Igreja perfeita [Mateus 16], a qual nos reunimos dia a dia em qualquer lugar, com nossos familiares, muitas das vezes com um ou outros irmãos, na rua quando nos encontramos ao acaso, nos reunimos em comunhão sem liturgias, e nestes encontros como Igreja, congregando, não precisamos de nenhum homem se dizendo 'pastor' impondo ao que fazer e quem deve falar;
CRISTO, nosso Bom Pastor [João 10], nós, ovelhas do Seu aprisco, deixou Sua verdade que nos guia, se fez Fonte de vida; pelo ESPÍRITO SANTO nos ensinando, nos admoestando e exortando a reconhecer nossos erros, enganos, pecados;
Pela unção do ESPÍRITO SANTO [1João 2], aceitamos nossos irmãos e demais pessoas, como o são, indistintamente à raça, credo, ou qualquer posição que supostamente o defina como diferente aos demais, todos somos seres humanos, iguais perante DEUS, sem acepção, carecedores do amor divino.
Assim é a Igreja que pertencemos, pessoas congregadas formando um corpo, de CRISTO, ELE como Cabeça [Efésios 4], nosso Líder, por que, todas as vezes que congregamos, o fazemos em Seu nome e ELE se faz presente [Mateus 18].
A Igreja que pertencemos não é compreendida por muitos, pois quê, a autoridade que DEUS instituiu sobre Ela é CRISTO, o Justo; não homens em suas hierarquias religiosas que se auto-proclamam 'autoridades pastorais'.
Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.
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agosto 30, 2011
Autoridades espirituais: respeitar ou dar-se ao respeito??!!
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Nosso princípio é bíblico, porquanto, tudo em nossas vidas, dos que professam a Cristo como Senhor e Salvador, está diretamente relacionado com as Sagradas Escrituras;
E assim a história nos mostra que os religiosos, que exigiam respeito do povo, como autoridades espirituais nos tempos de em o Novo Testamente, eram os fariseus e saduceus.
E, é neste plano que Jesus, em Mateus 23, faz severas críticas aos religiosos, pelo comportamento mesquinho, autoritário e soberbo de usarem a Palavra de Deus como um suporte de benefício humano, da carne;
Outros, personagens bíblicos, também fizeram oposições aos homens autoridades espirituais, como:
- João Batista no Jordão [“E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?” – Mateus 3];
- Pedro e João no conselho ["Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus;
porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido" - Atos 4];
- Estevão no Sinédrio [“Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais” – Atos 7].
Em nosso tempo presente não será diferente, assim, é necessário entendermos que, hoje, as autoridades espirituais são todos aqueles que permeiam em um título eclesiástico; em geral, muitos são proprietários das instituições religiosas que chamam de ‘igreja’, com seus templos (alguns imponentes) e suas liturgias, congregando (através do cabresto religioso) aqueles que dão maior importância a eles (autoridades e templos) do que propriamente a Cristo.
A autoridade espiritual é um religioso (homem ou mulher) que ensina ser através dele(a) que se recebe a unção de Deus e, portanto, são responsáveis por uma cobertura espiritual, pura mentira!!
Na Bíblia, as Sagradas Escrituras nos afirmam que a unção que recebemos de Deus é única pela ação do Espírito Santo [“E a unção que vós recebestes dEle, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a Sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nEle permanecereis” - 1João 2].
E, toda e qualquer pretensão do homem (e mulher) de querer se intitular de autoridade espiritual e ser capaz de dar cobertura espiritual a alguém, cai por terra quando o Filho de Deus afirmou em Lucas 4:
“O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor”.
Enfim, a nós, resta tão somente obedecer a Deus e Sua Palavra, confiando no Senhor como nosso Refúgio e Fortaleza, e qualquer um, quem quer que seja, somos todos iguais perante o Deus Todo-Poderoso, ainda que possua título religioso, aliás, os intitulados autoridades espirituais serão mais cobrados que os outros, e, portanto, como afirma Hebreus 13, versículos 7 e 17; devemos respeitar aqueles que pregam e vivem, amam e nada querem em troca, os que estão sujeitos a Deus!!
E, por fim, são princípios da Autoridade:
- Certo ou errado, está nas mãos de Deus;
- A Igreja somente se submete a autoridade de Deus;
- A autoridade é constituída por Deus e não por homens;
- Aqueles a quem quer ser “autoridade”, aprendam que não é mandar, mas, servir em humildade.
Vivendo Por, Em e Para Cristo; nos interesses da Igreja que Cristo edificou.
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[134636]
Nosso princípio é bíblico, porquanto, tudo em nossas vidas, dos que professam a Cristo como Senhor e Salvador, está diretamente relacionado com as Sagradas Escrituras;
E assim a história nos mostra que os religiosos, que exigiam respeito do povo, como autoridades espirituais nos tempos de em o Novo Testamente, eram os fariseus e saduceus.
Fariseus - na sua vida, separavam-se de todos os outros judeus, aspirando a mais do que uma simples santidade e exato cumprimento de deveres religiosos: mas a sua separação consistia principalmente em certas distinções a respeito do alimento e de atos rituais. A maior parte das vezes isso era apenas exterioridade religiosa, sem profundeza de religião.
Saduceus - durante mais de um século antes do nascimento de Jesus Cristo constituíam um importante partido nacional, e pelo tempo do Novo Testamento; todos os sumos sacerdotes eram saduceus.
Pois, bem! Podemos entender que estes religiosos sempre foram pelas investidas da auto-afirmação de exigências do que propriamente, servirem.
E, é neste plano que Jesus, em Mateus 23, faz severas críticas aos religiosos, pelo comportamento mesquinho, autoritário e soberbo de usarem a Palavra de Deus como um suporte de benefício humano, da carne;
Outros, personagens bíblicos, também fizeram oposições aos homens autoridades espirituais, como:
- João Batista no Jordão [“E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?” – Mateus 3];
- Pedro e João no conselho ["Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus;
porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido" - Atos 4];
- Estevão no Sinédrio [“Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais” – Atos 7].
Em nosso tempo presente não será diferente, assim, é necessário entendermos que, hoje, as autoridades espirituais são todos aqueles que permeiam em um título eclesiástico; em geral, muitos são proprietários das instituições religiosas que chamam de ‘igreja’, com seus templos (alguns imponentes) e suas liturgias, congregando (através do cabresto religioso) aqueles que dão maior importância a eles (autoridades e templos) do que propriamente a Cristo.
A autoridade espiritual é um religioso (homem ou mulher) que ensina ser através dele(a) que se recebe a unção de Deus e, portanto, são responsáveis por uma cobertura espiritual, pura mentira!!
Na Bíblia, as Sagradas Escrituras nos afirmam que a unção que recebemos de Deus é única pela ação do Espírito Santo [“E a unção que vós recebestes dEle, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a Sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nEle permanecereis” - 1João 2].
E, toda e qualquer pretensão do homem (e mulher) de querer se intitular de autoridade espiritual e ser capaz de dar cobertura espiritual a alguém, cai por terra quando o Filho de Deus afirmou em Lucas 4:
“O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor”.
Obedecer a Deus em toda a Sua vontade traz sobre nós cobertura.
Enfim, a nós, resta tão somente obedecer a Deus e Sua Palavra, confiando no Senhor como nosso Refúgio e Fortaleza, e qualquer um, quem quer que seja, somos todos iguais perante o Deus Todo-Poderoso, ainda que possua título religioso, aliás, os intitulados autoridades espirituais serão mais cobrados que os outros, e, portanto, como afirma Hebreus 13, versículos 7 e 17; devemos respeitar aqueles que pregam e vivem, amam e nada querem em troca, os que estão sujeitos a Deus!!
E, por fim, são princípios da Autoridade:
- Certo ou errado, está nas mãos de Deus;
- A Igreja somente se submete a autoridade de Deus;
- A autoridade é constituída por Deus e não por homens;
- Aqueles a quem quer ser “autoridade”, aprendam que não é mandar, mas, servir em humildade.
Vivendo Por, Em e Para Cristo; nos interesses da Igreja que Cristo edificou.
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[134636]
janeiro 31, 2010
Autoridade Pastoral??!!
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“Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.” [1Pedro 5]
Quantas pregações já foram proferidas trazendo a figura do apóstolo Pedro como o primeiro pastor? Entretanto, quase nenhuma delas, transmite a verdadeira essência pela qual ele, Pedro, queria trazer para aqueles que anseiam por esta tão nobre e amável, obcecada e perseguida função, o ser pastor!
De amáveis, de ânimo pronto, dispostos a morrer pelo rebanho, os pastores exemplo conforme admoestações de Pedro, dispostos a servir, grande parcela, e coloca grande nisso, transformaram-se em famigerados que asfixiam a membresia em afortunadas contribuições... os pastores modernos, homens que exigem ser servidos pelo rebanho de Deus!
A autoridade pastoral gera deturpação neste cenário viciado, em mídia pelo reconhecimento da intelectualidade e conhecimento (??) bíblico, na busca incansável dos aplausos, na exclusividade dos holofotes... transfigurou-se em autoritarismo!
E, neste mar de religiosidade que lança suas ondas sob uma platéia inoperante, e, financiadora dos detentores autoritários da verdade obsoleta, que não trazem frutos para o Reino de Deus, que não trazem almas ao arrependimento, mas, sem dúvida alguma, trazem business a uma classe que se distancia da comunhão entre irmãos; tornaram-se pastores intocáveis a qualquer ser mortal!
A autoridade pastoral firmou-se por um povo (evangélico) que não permite qualquer diálogo contrário ao que seja pregado por estes pastores famosos, nada pode impedir que este povo alcance o seu objetivo através dos ensinamentos de enriquecimento proferidos em púlpitos e em patéticos programinhas evangélicos televisivos...
Existe um exército que se prostra diante estes gurus religiosos, senhores da autoridade pastoral!
Jesus, Senhor e Mestre, nos trouxe um ensinamento de Sua autoridade e de Seu serviço. Foi Servo!
Tendo a plenitude da sabedoria, não usurpou de Seu ministério como liderança, como autoridade, mas como exemplo de amor, servidão, compaixão. A Excelência divina em Amor!
“Muitos são chamados, poucos escolhidos”!
Este chamado não se firma em autoridade, mesmo que pastor, mas em serviço; não a retorno nesta vida; muitos pastores atordoam o povo evangélico com ensinamentos que lhes traga retribuição a sua vocação, estão indo no oposto a vontade Deus...
“Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus” [Lucas 10.20].
Cristo como Servo, nos ensina a servir em qualquer situação, pois, a autoridade somente é refletida em Jesus!
Trabalhemos pelo Reino de Deus; sejamos simplesmente servos, e, nos alegrar no fato de sermos “participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da Sua glória vos regozijeis e alegreis” [1Pedro 4].
Tenhamos a consciência cristã de que definitivamente não existe autoridade pastoral, “somos todos servos”!
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Quantas pregações já foram proferidas trazendo a figura do apóstolo Pedro como o primeiro pastor? Entretanto, quase nenhuma delas, transmite a verdadeira essência pela qual ele, Pedro, queria trazer para aqueles que anseiam por esta tão nobre e amável, obcecada e perseguida função, o ser pastor!
De amáveis, de ânimo pronto, dispostos a morrer pelo rebanho, os pastores exemplo conforme admoestações de Pedro, dispostos a servir, grande parcela, e coloca grande nisso, transformaram-se em famigerados que asfixiam a membresia em afortunadas contribuições... os pastores modernos, homens que exigem ser servidos pelo rebanho de Deus!
A autoridade pastoral gera deturpação neste cenário viciado, em mídia pelo reconhecimento da intelectualidade e conhecimento (??) bíblico, na busca incansável dos aplausos, na exclusividade dos holofotes... transfigurou-se em autoritarismo!
E, neste mar de religiosidade que lança suas ondas sob uma platéia inoperante, e, financiadora dos detentores autoritários da verdade obsoleta, que não trazem frutos para o Reino de Deus, que não trazem almas ao arrependimento, mas, sem dúvida alguma, trazem business a uma classe que se distancia da comunhão entre irmãos; tornaram-se pastores intocáveis a qualquer ser mortal!
A autoridade pastoral firmou-se por um povo (evangélico) que não permite qualquer diálogo contrário ao que seja pregado por estes pastores famosos, nada pode impedir que este povo alcance o seu objetivo através dos ensinamentos de enriquecimento proferidos em púlpitos e em patéticos programinhas evangélicos televisivos...
Existe um exército que se prostra diante estes gurus religiosos, senhores da autoridade pastoral!
Jesus, Senhor e Mestre, nos trouxe um ensinamento de Sua autoridade e de Seu serviço. Foi Servo!
Tendo a plenitude da sabedoria, não usurpou de Seu ministério como liderança, como autoridade, mas como exemplo de amor, servidão, compaixão. A Excelência divina em Amor!
“Muitos são chamados, poucos escolhidos”!
Este chamado não se firma em autoridade, mesmo que pastor, mas em serviço; não a retorno nesta vida; muitos pastores atordoam o povo evangélico com ensinamentos que lhes traga retribuição a sua vocação, estão indo no oposto a vontade Deus...
“Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus” [Lucas 10.20].
Cristo como Servo, nos ensina a servir em qualquer situação, pois, a autoridade somente é refletida em Jesus!
Trabalhemos pelo Reino de Deus; sejamos simplesmente servos, e, nos alegrar no fato de sermos “participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da Sua glória vos regozijeis e alegreis” [1Pedro 4].
Tenhamos a consciência cristã de que definitivamente não existe autoridade pastoral, “somos todos servos”!
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