Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
[Almeida, 1850]

[782,630]


março 13, 2010

No princípio criou Deus os céus e a terra; depois, os evangélicos criaram as suas “igrejas”

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Polêmicas na interpretação da Palavra de Deus (por homens e mulheres) estão cada vez mais frequentes em torno de blogs e de Redes virtuais; e porque somos apercebidos destas controvérsias?

Entretanto, não deveria haver polêmicas, todos são cristãos, mas é necessário se aprofundar (como um todo, e não em partes) na Palavra de Deus;

Somos tratados por enfadados e rebeldes, em nossa batalha contra o modelo evangélico de hierarquia das igrejas (denominações), que, na maioria das vezes, autoriza homens (e até mulheres), dizendo-se “ungidos” em nome de Deus, a usurpar da ingenuidade ou ignorância, de evangélicos que se entregam de corpo e alma, sem a verdadeira noção do que seja crer em Jesus e na liberdade que somos agraciados, “ESTAI, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão” [Gálatas 5.1];

Muitos são os que estão deixando deste sistema religioso por diversos motivos; alguns por se sentirem feridos por serem objeto de manutenção destas estruturas religiosas, muitos verdadeiros impérios de reduto familiar; outros se afastam em razão de líderes ultrapassarem os limites do que seja pastorear, exercendo uma autoridade doentia sobre os membros... abusos que a cada dia aumentam em conformidade com o aumento dos que se distanciam (apesar do contingente de evangélicos no cenário nacional estar crescendo)...

... outros se afastam, por receberem a verdade do evangelho de Cristo [João 8.32] e por isso, simplesmente estão deixando este modelo evangélico de igrejas, se libertaram do sistema (tradições) de exaltação a homens (e mulheres), e, isto está acontecendo sobremaneira. Aleluia!!

Mas, é urgente a necessidade de entender o sistema religioso evangélico ou as “igrejas evangélicas” (denominações), que na realidade são criadas pelos homens (e por mulheres), e, por conseguinte, exaltam aos homens (e mulheres), sendo assim, em franca desobediência a Palavra de Deus, favorecendo que muitos deixem de entender e desfrutar somente das coisas concernentes ao ensino divino!

Pelo sistema religioso evangélico, existe apenas alguém que ocupa algum "cargo" ou tenha uma determinada formação para concentrar o poder em suas mãos, são poucos os chamados “líderes”; muitos maridos são submissos as suas mulheres líderes de ministérios (??);

Notemos a celebração do batismo ou da Ceia do Senhor; neste sistema religioso evangélico, isso é feito, em exclusividade ao posto maior hierárquico, a autoridade pastoral evangélica; mas, sabemos que a centralização do poder religioso não passa de invenção humana (todos sabem disso e não querem que descubram, e há membros de banco que tentam tapar o sol com a peneira, verdadeiro puxa-saquismo evangélico), esta exclusividade religiosa, a manipulação de pessoas, foi uma das tradições que Jesus mais combateu em Seu ministério terreno [Mateus 23].

É necessário entender que, não é quem batiza ou quem é batizado que importa, mas o batismo em si e em nome de quem e com que autoridade; como também, na Ceia do Senhor o importante é o porquê da celebração e não quem parte e distribui o pão e o vinho!!

A exaltação ao nome de Jesus Cristo, o Alvo e a razão de nossa salvação, na maioria das “igrejas evangélicas, está sendo trocada pela exaltação do “pastor ou pastora(??) presidente” do ministério, onde muitos têm a ousadia de abusar de seus subordinados, querendo reconhecimento por seus atributos e pelo que realizam. Muitos estão deixando o verdadeiro sentido de pastorear para o de ser autoritário!

As mulheres que querem estar a frente de igrejas, precisam entender que os homens crentes as respeitarão profundamente, e serão ajudados e influenciados por elas, quando descobrirem o que significa verdadeiramente a palavra “ajudadora”, a qual só pertence as mulheres, e não como “chefas” de igrejas, seu verdadeiro papel é ser sábia e não tola, que foi dada por Deus ao homem, para construir e não dividir, não ser soberana, mas, somar com o homem e fazer deste dom, a evidência e a frutificação para a honra e glória do SENHOR!

Há uma urgente necessidade de se refletir nos relatos de muitos que estão chegando ao ponto de abandonar a Deus, única e exclusivamente por causa de líderes que não sabem o verdadeiro sentido de pastorear, do modelo evangélico de igrejas, do feminismo religioso, e sua hierarquia autoritária.

Como afirmou um pastor: “Acho que está havendo uma certa confusão entre o que é bíblico e o que nós (denominações) fazemos”...

... definiu-se tudo!! O que é bíblico é de Deus, e o que é denominação é do homem (e da mulher); não se mistura!!

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março 11, 2010

Submissão devida pelos maridos as mulheres??

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Muitas são as mulheres que estão a frente de instituições religiosas (Código Civil brasileiro, Romanos 13, a submissão dos cristãos as autoridades de governo), e nosso caso para os fins deste fórum, as igrejas evangélicas; e, através de seus estatutos, são a “presidente do ministério”, órgão maior na hierarquia eclesiástica, ninguém há de ser senão elas (como por elas defendido) a “autoridade pastoral” do ministério ao qual estão a frente.

Até então, não podemos ser contrários, em seus ministérios cumprem o que rege a ordem estatutária, sendo elas a “líder”, e os demais, membros de banco. Ponto final!!

Abrindo um parêntese, iremos recorrer as Sagradas Escrituras na tentativa da legitimidade do episcopado feminino, pois quê, as igrejas evangélicas presididas por estas mulheres dizem, estão sob a tutela divina.

Não iremos nos reportar aos versículos de 1Timóteo 3.2 e Tito 1.6, os quais, dizem que o Senhor Deus requer aos que desejam ser bispos (pastores, presbíteros) que sejam “marido de uma mulher”; mas porque não reportar a estes versículos??

Porque os que defendem o episcopado feminino, notamos não ter a competência bíblica para combaterem a verdade deste requisito [“marido de uma mulher”], pois, utilizam de rodeios, dizem que somos instrumentos do maligno, usam-se dos versículos de quase meia Bíblia para justificar tal episcopado, mas, não trazem o entendimento através da hermenêutica bíblica de tal requisito!!

Utilizemo-nos então, novamente da Palavra de Deus (não se esqueçam que para este fórum, estamos utilizando da Palavra de Deus e não dos requisitos exigidos por igrejas evangélicas), onde Paulo que muito, inspirado divinamente, escreveu os requisitos para todos os que, de conformidade com as exigências de Deus, exercem as prerrogativas de conduzirem o rebanho de Deus, em amor, no aperfeiçoamento e edificação, para que todos cheguem a estatura de varão perfeito, a mente de Cristo, diz em 1Timóteo 2.12, que a mulher não “use de autoridade sobre o marido”...

Para tanto, questionamos qual seria a posição dos maridos das mulheres líderes, autoridades episcopais de igrejas evangélicas??

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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março 09, 2010

Quando o arrependido busca o batismo, quem deve celebrá-lo??

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Seria somente os “pastores”, os designados por Deus a promover o batismo??

Muitos têm o entendimento, que por certo, não!!

Em ordenança, estabelecida em Mateus 28 [vs.19], Jesus em Sua graça, nos dá (todos) a Grande Missão, ir, ensinando todas as gentes batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, e notadamente não classificou quem em especial é que deveria proceder, mas que houvesse o batismo.

Porém, muitos se baseiam que deva haver um “cargo” específico para se realizar o batismo, recorrendo ao Antigo Testamente, onde os sumo sacerdotes faziam expiação pelos pecados, mediante holocaustos e sacrifícios de animais, pois, somente ele (sumo sacerdote), por ordenança divina, assim deveria proceder [Levítico 14.19], outros, mantendo as tradições católicas da exclusividade eclesiástica, sendo assim, pois, correlacionando pastores a sumo sacerdotes e/ou padres, que muitos advogam ser somente aos “pastores” a incumbência da celebração do batismo...

Recorrendo as Sagradas Escrituras, de acordo com os que patrocinam a exclusividade pastoral correlacionada ao sacerdócio, estes serão confrontados de que a todos são a incumbência do batismo, e não que recai somente aos pastores, pois quê, pela graça de Deus somos todos feitos sumo sacerdotes [1Pedro 2.9; Apocalipse 1.6; 5.10]!

Mas, o correto biblicamente falando, é que a todos quantos se fazem discípulos de Jesus, que por Sua ordenança, diz a todos os que O seguem que, indo, pregando, batizem!

Outrossim, um outro relato bíblico que não dá exclusividade aos pastores, é Atos 8 [vs. 8-40], onde Filipe, que não era pastor, batizou ao eunuco que creu que Jesus Cristo é o Filho de Deus!

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.


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março 08, 2010

8 de março, dia da mulher, que é todo dia!

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Espero que um dia a irresponsabilidade e a inércia termine, que a hipocrisia, cínismo e a falta de humanidade, tenham os dias contados, espero que um dia todos possamos ser verdadeiramente livres de medo e felizes... Temos de tomar em atenção e consideração o que nos rodeia e perguntar a nós próprios... será que não podemos ou devemos ajudar?

Extraordinariamente significativo a razão de Maria ter sido a primeira pessoa que viu o Cristo ressuscitado, e recebeu a incumbência de transmitir a maravilhosa mensagem aos discípulos.

Que as mulheres crentes partam de seu estudo das Escrituras determinadas, pela graça de Deus, a obedecer as suas instruções quanto ao seu relacionamento com o homem.

Que possam estar prontas a ilustrar, por seu comportamento, a maravilhosa verdade referente a Cristo e a igreja;

Ser um testemunho individual de protesto contra o espírito de anarquia deste século;

Se gloriar pelo lugar maravilhoso e único que lhes foi.

Então Deus será glorificado!

Então sua verdadeira utilidade estará plenamente a disposição.

Então os homens crentes as respeitarão profundamente, sendo ajudados e influenciados por elas, e descobrirão o que significa verdadeiramente a maravilhosa palavra - AJUDADORA - a qual só pertence as mulheres.

Este é o grande ministério das irmãs crentes, bem diferente do negativismo e do feminismo criado por tradições e interpretações parciais, por vezes vigente.

Deus nos ajude a cumpri-lo!

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março 04, 2010

Aos 33 anos, Jesus foi condenado a morte.

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A pior morte da época!

Antes de ser crucificado, Meu Jesus sofreu açoites. Foram dezenas de chibatadas com uma arma especial, um "azorague", na qual na ponta de cada uma das 12 tiras de couro, haviam ossos de animais quebrados, com pontas terríveis. Ou seja, para cada chicotada que Jesus recebia nesse açoite, eram 12 feridas que se abriam em seu corpo!

Foi feita também para Ele, uma coroa de espinhos. Espinhos africanos, de cerca de 7 ou 10 cm cada um, e tão rígidos que poderiam até mesmo perfurar o crânio de uma pessoa. Eram utilizados pelos marceneiros como pregos, para você ter uma idéia!

Esta coroa foi fincada pelos soldados romanos na cabeça de Meu Jesus. Para não se machucarem, estes soldados utilizaram pedaços de pau, empurrando essa coroa com o peso de seu corpo.

Jesus passeou pelo meio do povo, carregando a cruz (possivelmente apenas a haste horizontal dela, porque não seria possível carregar uma cruz com mais ou menos 150 quilos de madeira, após sofrer os açoites que sofreu). O trecho percorrido tinha média de 2 quilômetros.

O sangue de Jesus ia acabando-se, pelas feridas da cabeça e das costas. Mais que isso, o povo o esbofeteava, escarrava nele, apedrejava-o.

Literalmente, Jesus foi moído, como foi afirmado quase 700 anos antes pelo profeta [Isaías 53].

Ao ser crucificado, recebeu pregos em suas mãos e pés. Nem todos os condenados eram pregados. Aliás, os pregos eram uma condenação a mais para os criminosos que tinham certo requinte em seus crimes (noutras palavras, pregos eram para bandidões). Jesus recebeu também, além dos açoites, o castigo dos pregos.

Cada um desses pregos tinha de 15 a 20 cm, no formato de uma estaca, com uma ‘cabeça’ de 6 cm. A outra extremidade era pontiaguda.

Eles eram pregados nos pulsos, e não nas palmas das mãos, como se diz. No pulso, há um tendão que vai até o ombro, e quando os pregos foram martelados, esse tendão se rompeu, obrigando Jesus a forçar todos os músculos de suas costas, para manter-se ereto e conseguir respirar com menos dificuldade.

Para ser pregado na cruz, deitaram o meu Jesus naquela cruz. Mas não se esqueça que o deitar de Jesus foi torturante (lembra-se das centenas de feridas em suas costas?).

Por ter seus pulsos pregados e seus tendões rompidos, Jesus precisava fazer uma força incomum para que seu tronco não fechase contraído, liberando assim espaço para o seu pulmão movimentar-se. Tudo isso para poder respirar porque perdia todo o ar, com seu tronco contraído. Outra coisa: você já notou como é mais fácil respirar com seu pescoço ereto? Mais ainda se você deitar sua cabeça para trás, olhando para cima? Isso porque suas ‘vias aéreas’ ficam completamente livres para a circulação do ar.

Jesus não conseguia olhar para frente, menos ainda para cima. Se fizesse isso, certamente a coroa de espinhos encostaria na cruz, ocasionando-lhe uma dor horrível. Mas voltou seus olhos aos soldados romanos, ao povo que blasfemava-o, ao bandido crucificado num de seus lados e que ria-se dele… E, mesmo com essa falta de ar, suspirou entre os seus dentes: "Pai, perdoai-vos, porque eles não sabem o que estão fazendo!"

Na luta por um pouco de ar, Meu Senhor era obrigado a apoiar-se no prego colocado em seus pés que eram maiores ainda que o de suas mãos, porque pregaram os seus dois pés juntos. E como seus pés não aguentariam por muito tempo sem rasgarem-se também, Jesus era obrigado a alternar esse ciclo simplesmente para poder respirar, sem encostar suas feridas das costas na cruz, para sofrer uma dor a menos.

As cruzes feitas a alguns criminosos eram munidas de um acento, na altura das nádegas do crucificado, para que o condenado pudesse se assentar, o que facilitava sua respiração, uma vez que dava possibilidade de sua coluna permanecer pouco mais ereta. Na cruz do Meu Senhor, este detalhe não existia. Mais uma marca de que esta cruz fora feita para um criminoso de renome. Não se esqueçam que Barrabás foi libertado, e a cruz que foi improvisada para a crucificação de meu Jesus era, possivelmente, de Barrabás.

Um buraco estava pronto para pôr a cruz em pé; Foi ela, então, suspendida com o auxílio de cordas, e, sem nenhuma delicadeza, quando ela fica quase a 90 graus, na posição que ficaria até Jesus espirar, ela cai dentro desse buraco, de uns 60 ou 70 centímetros de profundidade, e se firma, em pé.

Mas pense: não foi só a cruz que parou em pé ali. Jesus já estava preso nela. O solavanco da cruz firmando-se, então, foi mais uma forma de tortura ao Senhor.

Jesus aguentou essa situação por 6 horas. Sim, 6 horas! Muito tempo, não é verdade? Marcos 15.25, afirma que Jesus foi crucificado a hora terceira (as nove horas da manhã). E a hora nona (às três da tarde) Ele deu Seu grito final: "Eloí, Eloí, lamá sabactâni?" (Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?) [Marcos 15.34]. Da hora sexta até a hora nona, o céu tornou-se escuro. Ares de morte eram notáveis após as 3 primeiras horas de crucificação.

Alguns minutos antes de morrer, Jesus já não sangrava mais. Simplesmente saía água de seus cortes e feridas, o que sinaliza que seu sangue acabava.

O corpo humano está composto de aproximadamente 3,5 litros de sangue (em um adulto). Jesus derramou 3,5 litros de sangue; teve três pregos enormes cravados em seus membros; uma coroa de espinhos em sua cabeça, buracos enormes dos açoites em suas costas, ferimentos das pedradas e, além disso, um soldado romano cravou uma lança em seu tórax, testificando que seu sangue realmente se esgotara.

Água: sinal de que tudo estava acabando. Aliás, numa ocasião normal, tudo deveria ter acabado. A morte tentava, mas não conseguia vencer ao Meu Senhor. A dor O tomava, a ponto dEle ver-se desamparado pelo Pai. Com as dificuldades de quase 6 horas de cruz, ele agora grita: "Deus meu, Deus meu! Por que me desamparaste?"

Deus, imagino, possivelmente estava de costas nesta hora. Pai nenhum suportaria ver seu filho sofrendo dessa forma! Que momento solitário o de Jesus!

Hora nona. Escuridão de morte tentando roubar a vida de Meu Jesus. 6 horas de tentativas mal sucedidas.

Haja vista que a morte não o vencera, nem pela dor, nem pela falta de sangue, Jesus volta-se a Deus novamente, num dos maiores hinos de vitória da Bíblia: "Pai, em tuas mãos entrego meu espírito". Não foi a morte que o venceu. Não por si mesma! Ele, o Meu Jesus, que entregou Seu espírito, não a morte, mas ao Pai! "Em Suas mãos", diz Meu Jesus.

Hino de vitória sim! Jesus, em outras palavras, disse a morte: "Não és demasiadamente forte. Não para mim! Mas agora eu declaro, eu mesmo, e não você, morte: está consumado!", e entregou-Se.

Seria o fim? Não…

O hino ainda duraria mais uns dois dias (levando em consideração que Jesus foi crucificado numa sexta). Este hino só iria se concluir quando o Meu Jesus fosse visto ressurreto, sem o inchasso das bofetadas em Seu rosto, sem sangue vertendo das feridas. Feridas, aliás, cicatrizadas! Hino que iniciava-se com a violência dos soldados romanos, passaria pelo silêncio fúnebre do sábado, e voltava as triunfantes trombetas no domingo, declarando a morte novamente: ‘não és forte! Derrotada! Onde está tua vitória e teu aguilhão?'

Imaginou que processo doloroso que Jesus sofreu? Imaginou também que isso tudo foi por você?

Minutos antes de ser entregue por Judas aos soldados, Jesus orava. Foi no Getsêmani, que significa "prensa do óleo". Pedia a Deus que, se fosse possível, fizesse-O passar aquela hora. Porém, quando Jesus abriu Seus olhos, o que viu não foi algo humano. Seria humano se visse a penumbra da noite, a floresta fechada… mas o que viu foi algo além do visível. Abriu os Seus olhos, e o Pai o fez "viajar no tempo" até enxergar você. E sabe o que Jesus pensou, quando te viu? Ele pensou: "vale a pena passar por tudo isso!"

Vale a pena! Jesus não titubeou em passar por toda essa humilhação, porque quando te viu, sentiu um amor tão grande, maior que a angústia daquele momento, e declarou que valia a pena!

Pense agora: vale mesmo a pena? Temos honrado com a confiança o que Jesus teve em nós? Temos correspondido aquele amor de forma fiel e incorruptível?

Reflita. Se necessário, leia tudo de novo.

Demonstremos nossa gratidão a Jesus fazendo mesmo valer a pena!

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.


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março 01, 2010

O homem e os sinais

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Como discorreu Mário Fernandez, o tal do ser humano é espantoso, mas nem sempre no sentido elogioso.

Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se. É Rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nEle” [Mateus 27.42].

Depois de pelo menos três anos pregando e operando maravilhas, fazendo milagres, curas, libertações, até mortos ressuscitaram... Que sinal ainda era este necessário para que cressem. Faz-nos pensar que se realmente Jesus descesse da cruz ali na frente deles (aleluia, Ele não o fez!) ainda assim não creriam. Dar-lhe-iam uma surra e o pregariam de volta onde estava dizendo ‘aí é teu lugar’. Não, meus irmãos, ali não é Seu lugar.

Nós não somos tão diferentes dos religiosos da época.

Nossa memória é igualmente curta e comprometida, se não comprometedora.

Nem sempre nos lembramos do que o Senhor já fez por nós e acabamos pedindo mais e mais e mais sinais. Somos falhos, somos humanos. Somos, naturalmente falando, incuráveis das nossas falhas. O que nos sara e nos transforma é o sangue do Cordeiro Perfeito de Deus, que nos regenera (gera de novo) e isso é 100% sobrenatural.

Mas, no meio de tudo isso, estamos em processo de aperfeiçoamento. O que devemos atentar ao extremo é justamente para que não pequemos por ficar pedindo para Deus algo que Ele já nos deu. Podemos pedir que sejamos curados fisicamente, mas já não podemos mais pedi-lo como um sinal. Podemos pedir convicção e discernimento, mas não podemos pedir como sinais. Podemos clamar por socorro, mas não para que Deus se mostre para que creiamos. Isso tudo já ficou para trás.

Devemos trocar estes pedidos de sinais por agradecimentos, repletos de gratidão. Anunciar os feitos do Senhor para que os outros creiam, não pedir mais sinais. Ou isso, ou vamos acabar incorrendo no erro de tentar tirá-Lo da cruz, e isso, para nós, seria anular o sacrifício que nos salvou.

Senhor, é tão bom lembrar todas as maravilhas que o Senhor já fez. Ensina-me a valorizar isso de maneira apropriada. Ajuda-me a ter na memória Teus feitos para que outros possam crer

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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