Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
[Almeida, 1850]

[782,630]


abril 12, 2009

Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós

.
Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento.

Jesus foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim Ele não abriu a sua boca.

João Batista viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

Porque primeiramente Paulo nos entregou o que também recebeu: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras.

Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fomos resgatados da nossa vã maneira de viver que por tradição recebemos dos nossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.

E nos céus, eis que está no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tendo sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra:

E repousa sobre Ele o Espírito do SENHOR, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR.
...

abril 11, 2009

Tirando as palavras da minha boca...

.
Navegando pela rede www, constatei que, em Conversas no caminho, Ricardo Barbosa, tirou as palavras da minha boca quando diz:

"A antipatia que os evangélicos vem conquistando está longe de ser fruto de sua integridade, justiça e compromisso com a verdade, mas é fruto de sua incoerência, hipocrisia, oportunismo e falta de caráter."

"A conversão não implica uma mudança de vida e de caráter, somos mais conhecidos pelo fanatismo, intolerância, fundamentalismo, esquisitice do que por seguir a Cristo, ser seus discípulos."

"O Cristo que queremos servir não é mais aquele que se revela a nós, mas um que nós criamos a partir daquilo que nos interessa."

"Tudo aquilo que é feito sem envolver o coração é feito nas trevas, não importa quão bíblico pareça ser."

via Tomei a pílula vermelha
...

abril 07, 2009

Legalismo!

.
Como nos afirma Israel Belo de Azevedo, há dois tipos de pessoas: as que querem mudar e as que não querem. Entre as que não querem, há as que não precisam e há as que precisam mudar.

O legalista precisa mudar, porque sua atitude produz sofrimento, para ele e para seu próximo. Como ensinou Jesus, o legalista fecha ao homem e para si mesmo o reino dos céus (Mateus 23.13). É por isto que o Mestre chama os legalistas, que muito O importunaram, de "raça de víboras" (Mateus 3.7).

A palavra "legalismo" ou "legalista" não aparece na Bíblia. Na verdade, trata-se de uma postura doutrinária e comportamental que valoriza um sistema de regras como necessário para a salvação ou para o crescimento espiritual. O legalista esquece que a lei foi dada por intermédio de Moisés, mas a graça e a verdade vieram por intermédio de Jesus Cristo (João 1.17). Assim, a lei não teve apenas o propósito de levar a Cristo, como ensina Paulo (Gálatas 3.24), mas contém um conjunto de regulamentações a serem seguidas, mesmo depois de proclamada a graça por Jesus Cristo, como ensinam os legalistas.

Doutrina e vida andam juntas, como o demonstra a atitude de Jonas, quando recebeu a incumbência de pregar a salvação a um povo que não era o seu. A teologia de Jonas o levou a fugir. A atitude de Jonas o levou a insistir em seu comportamento legalista. Teologia e atitude têm que estar juntas para produzir um comportamento legalista. A leitura do Antigo Testamento, sem o Novo, pode fazer mal à teologia. Teologia pode fazer mal a saúde.

O QUE QUEREM OS LEGALISTAS


Ao igualar justiça com obediência externa a um código de conduta, o legalismo se torna devastador por várias razões:

1. Subestima ou ignora o papel da motivação interior numa ação.
2. Põe o foco no esforço próprio e não na capacitação divina.
3. Estimula o orgulho humano em lugar de valorizar a dependência de Deus.
4. Tende a usar a Bíblia para justificar suas idéias e preferências previamente concebidas.
5. Tende a imaginar que uma pessoa é aceita por Deus em função do seu comportamento, não por causa do Seu amor.
6. Tende a impor convicções pessoais sobre outras pessoas e a condena se falharem ou não desejarem viver segundo essas regras.

Na gênese do legalismo estão alguns conceitos:

1. Desejo pelo auto-controle ("Eu preciso estar no controle para que as coisas aconteçam").
2. Crença no poder do esforço próprio. (O fariseu não foi justificado porque achava que suas obras o credenciavam diante de Deus, tornando-o automaticamente merecedor da justificação divina. O publicano foi justificado porque viu a sua insuficiência diante de Deus)
3. Sensação de segurança dada por parâmetros e limites fixos, estáticos e tangíveis, com um imenso medo da liberdade na tomada responsável de decisões.
4. Interesse tradicionalista na manutenção do status quo, numa espécie de reverência cega ao passado, como se o passado fosse sempre melhor que o presente. For por causa desta atitude que Jesus cunhou a sua típica expressão: "Eu, porém, vos digo".
5. Tendência a dividir a vida em compartimentos definidos, com soluções instantâneas e verdades pré-estabelecidas (como ocorre nos fundamentalismos). Para o legalista, não há tons; só cores.
6. Vitória do princípio da colheita, que se baseia na relação causa-e-efeito (plantou-colheu), na teologia do mérito (mereceu-recebeu) e no desejo de justiça (os bons são recompensados e os maus são punidos), como se a ira do homem produzisse justiça (Tiago 1.20).

O legalista, portanto, baseia sua visão de mundo em preceitos legais, em regras e regulamentos, em "isto pode, isto não-pode". Predominam autoritária e opressivamente (Lucas 11.46; Mateus 23.1-5) expectativas, obrigações, tarefas, observâncias, rotinas, procedimentos, fórmulas e deveres. Há um forte sentido de obediência à lei, não ao Senhor; a regras, não a Deus; a padrões externos, não a valores internos. As regras se sobrepõem às pessoas. Ao tempo de Jesus, uma pessoa que ficasse doente no sábado precisava esperar o pôr-do-sol para ser tratada. Se num sábado, uma pessoa estivesse com fome e não tivesse preparado nada, tinha que esperar o dia seguinte para se alimentar.

COMO AGEM OS LEGALISTAS


Algumas palavras podem ser arroladas para caracterizar o comportamento legalista.

Algumas pessoas concordam com o diagnóstico e com o mal-estar que produzem as atitudes que simbolizam, mas não conseguem, ou não querem, que estas palavras sejam lançadas para longe de suas vidas.

Vejamos algumas dessas atitudes em forma de palavras únicas:

PERFECCIONISMO. O legalista tende a desenvolver uma personalidade perfeccionista, o que faz dele um refém de si mesmo. Como crê na auto-santificação, o resultado é culpa. Como quer se superar sempre, nunca está satisfeito com o que alcança. Como se esforça muito, o legalista acaba exausto; anda sempre esgotado, porque nunca descansa, nunca espera que Deus faça a sua parte. Muitas vezes, a pessoa se percebe perfeccionista e até vê esta marca como uma virtude. É claro que devemos desejar a perfeição, uma vez que somos chamados a ser perfeitos. Só que a Bíblia nos diz que o aperfeiçoamento é uma obra do Espírito Santo em nós, com a nossa cooperação, nesta ordem.

CRÍTICA. O legalista tem um alto senso crítico. Nada lhe escapa. Como tem de si um conceito mais elevado do que convém, ninguém presta; ninguém passa por seu cânon.

Nem consigo mesmo ele se entusiasma. O resultado é o desânimo. Criticar, na verdade, é julgar. Estamos sempre julgando, mas o nosso julgamento deve ser feito com humildade. Segundo a Bíblia julgar "com retidão é mais aceitável ao Senhor do que oferecer sacrifício" (Provérbios 21.3). E aí precisamos nos lembrar que nossa capacidade de julgar corretamente está embotada pelo pecado. É por isto que condenamos no outro o que aprovamos em nós (Romanos 2.1). E é por isto que Jesus nos recomenda a não julgarmos para não sermos julgados (Mateus 7.1) e para que deixamos que entre em ação a justiça perfeita de Deus (Romanos 14.10).

COMPARAÇÃO. O legalista acha seguir um padrão maior, mas, na verdade, seu padrão é o outro. O comportamento que espera do outro e até de si mesmo é sempre em comparação com o de outra pessoa. O legalista tem um conceito de si mesmo mais elevado do que convém (Romanos 12.3), e é por isto que compara e se compara.

ARROGÂNCIA. O legalista é orgulhoso da sua condição espiritual, ostentando sua auto-justiça, sempre em busca da aprovação que não importa: a aprovação dos homens. Suas palavras sempre se resumem numa indisfarçada vaidade ("olha como eu vivo" -- cf. Lucas 15.1-2), em função do imenso gosto pela honra e pelo status, mesmo que termine suas frases com um "tudo para glória de Deus".

INTOLERÂNCIA. Por se achar perfeito, o legalista tende a ser intolerante; em nome do combate àquilo que acha estar errado, pode até brigar e bater. Muitas vezes, sua impaciência resvala para a hostilidade. O intolerante geralmente muda quando aquilo que sempre condena sucede à sua família.

FANATISMO. O legalista põe a verdade acima do amor. Nada é mais verdadeiro do que a sua verdade, que ele crê ser a única. Sua visão espiritual nunca inclui; sempre exclui. Sua leitura da Bíblia é cega: ele só vê o que quer ver.

HIPOCRISIA. Para o legalista só uma coisa tem valor: a aparência. Se as aparências estiverem preservadas, tudo estará bem. O hipócrita não se auto-promove para obter prestígio; no fundo, quer que imaginem que ele não é o que ele é. O hipócrita não quer, como recomendou Jesus, limpar primeiro o seu interior, para que o exterior pudesse ficar limpo (Mateus 23.26)...

Então, estejamos dispostos a responder à pergunta de Deus a Jonas: "Você tem alguma razão para essa fúria?" ou, segunda outra versão, "é razoável essa tua ira?"

Será que, os que tudo afirmam ser legalismo, realmente não são legalistas??

http://prazerdapalavra.com.br/

...

abril 04, 2009

Conhecendo a Bíblia - 40ª parte – MATEUS

...
EVANGELHO SEGUNDO MATEUS

Mateus é um dos quatro relatos no Novo Testamento da biografia de Jesus. Como os outros, ele relata poucos episódios das muitas coisas que Jesus fez durante 33 anos na terra. Mateus inclui muitas citações do Velho Testamento, mostrando que Jesus cumpriu as grandes profecias da antiguidade.

Embora este evangelho não identifique seu autor, a antiga tradição da igreja o atribui a Mateus, o apóstolo e antigo cobrador de impostos. Pouco se sabe sobre ele, além de seu nome e ocupação. A tradição diz que, nos quinze anos após ressurreição de Jesus, ele pregou na Palestina e depois conduziu campanhas missionárias em outras nações.

Evidências externas, como citações na literatura cristã do séc I, testemunham desde cedo a existência e o uso de Mateus. Líderes da igreja do séc. II e III geralmente concordavam que Mateus foi o primeiro Evangelho a ser escrito, e várias declarações em seus escritos indicam uma data entre 60 e 65 dC.

O objetivo de Mateus é evidente na estrutura deste livro, que agrupa os ensinamentos e atos de Jesus em cinco partes. Este tipo de estrutura, comum ao judaísmo, pode revelar o objetivo de Mateus em mostrar Jesus como o cumprimento da lei. Cada divisão termina com uma fórmula como: “Concluindo Jesus estes discursos...” (7.28; 11.1; 13.53; 19.1; 26.1).

No prólogo (1.1-2.23), Mateus mostra que Jesus é o Messias ao relacioná-lo às promessas feitas a Abraão e Davi. O nascimento de Jesus salienta o tema do cumprimento, retrata a realeza de Jesus e sublinha a importância dele para os gentios.

A primeira parte (capítulos 3-7) contém o Sermão da Montanha, no qual Jesus descreve como as pessoas devem viver no Reino de Deus.

A segunda parte (8.1-11.1) reproduz as instruções de Jesus a seus discípulos quando ele os enviou para a viagem missionária.

A terceira parte (11.2-13.52) registra várias controvérsias nas quais Jesus estava envolvido e sete parábolas descrevendo algum aspecto do Reino dos céus, em conexão com a resposta humana necessária.

A quarta parte (13.53-18.35) o principal discurso aborda a conduta dos crentes dentro da sociedade cristã (capítulo 18).

A quinta parte (19.1-25.46) narra a viagem final de Jesus a Jerusalém e revela seu conflito climático com o judaísmo. Os capítulos 24-25 contém os ensinamentos de Jesus relacionados às últimas coisas.

O restante do Livro (26.1-28.20) detalha acontecimentos e ensinamentos relacionados à crucificação, à ressurreição e à comissão do Senhor à Igreja. A não ser no início e no final do Evangelho, a disposição de Mateus não é cronológica e não estritamente biográfica, mas foi planejada para mostrar que o judaísmo encontra o cumprimento de suas esperanças em Jesus.

Este Evangelho apresenta Jesus como o cumprimento de todas as expectativas e esperanças messiânicas. Mateus estrutura cuidadosamente suas narrativas para revelar Jesus como cumpridor de profecias específicas. Portanto, ele impregna seu Evangelho tanto com citações quanto com alusões ao Antigo Testamento, introduzindo muitas delas com a fórmula “para que se cumprisse”.

No Evangelho, Jesus normalmente faz alusão a si mesmo como o Filho do Homem, uma referência velada ao seu caráter messiânico (Daniel 7.13,14). O termo não somente permitiu a Jesus evitar mal-entendidos comuns originados de títulos messiânicos populares, como possibilitou-lhe interpretar tanto sua missão de redenção (como em 17.12,22; 20.28; 26.24) quanto seu retorno na glória (como em 13.41; 16.27; 19.28; 24.30,44; 26.64).

O uso do título “Filho de Deus” por Mateus sublinha claramente a divindade de Jesus ( 1.23; 2.15; 3.17; 16.16). Como o Filho, Jesus tem um relacionamento direto e sem mediação com o Pai (11.27).

Mateus apresenta Jesus como o Senhor e Mestre da Igreja, a nova comunidade, que é chamada a viver nova ética do Reino dos céus. Jesus declara: “a igreja” como seu instrumento selecionado para cumprir os objetivos de Deus na Terra (16.18; 18.15-20). O Evangelho de Mateus pode ter servido como manual de ensino para a igreja antiga, incluindo a surpreendente Grande Comissão (28.12-20), que é a garantia da presença viva de Jesus.

A atividade do Espírito Santo é evidente em cada fase e ministério de Jesus. Foi por meio do poder do Espírito que Jesus foi concebido no ventre de Maria (1.18-20).

Antes de Jesus começar seu ministério público, ele foi tomado pelo Espírito de Deus (3.16) e foi conduzido ao deserto para ser tentado pelo diabo como preparação adicional a Seu papel messiânico (4.1). O poder do Espírito habilitou Jesus a curar (12.15-21) e a expulsar demônios (12.28).

Da mesma forma que João imergia seus seguidores na água, Jesus imergirá seus seguidores no Espírito Santo (3.11). Em 7.21-23, encontramos uma advertência dirigida contra os falsos carismáticos, aqueles que na igreja, profetizam, expulsam demônios e fazem milagres, mas não fazem a vontade do Pai.

Presumivelmente, o mesmo Espírito Santo que inspira atividades carismáticas também deve permitir que as pessoas da igreja façam a vontade de Deus (7.21).

Jesus declarou que suas obras eram feitas sob o poder do Espírito Santo, evidenciando que o Reino de Deus havia chegado e que o poder de satanás estava sendo derrotado. Portanto, atribuir o Espírito Santo ao diabo era cometer um pecado imperdoável (12.28-32).

Em 12.28, o Espírito Santo está ligado ao exorcismo de Jesus e à presente realidade do Reino de Deus, não apenas pelo fato do exorcismo em si, pois os filhos dos fariseus (discípulos) também praticavam exorcismo (12.27). Mas precisamente, o Espírito Santo está executando um novo acontecimento com o Messias— “é chegado a vós o Reino de Deus” (v.28).

Finalmente, o Espírito Santo é encontrado na Grande Comissão (28.16-20). Os discípulos são ordenados a ir e a fazer discípulos de todas as nações, “batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (v.19). Isto é, eles deveriam batizá-los “no/com referência ao” nome— ou autoridade– do Deus Triúno. Em sua obediência a esta missão, os discípulos de Jesus têm garantida sua constante presença com eles.
...

abril 01, 2009

Promoção de Aniversário do blog Amenidades da Cristandade

.
Promoção de Aniversário do blog Amenidades da Cristandade: ganhe um livro do Max Lucado!

Para comemorar um ano de blogagem e também a vinda de Max Lucado ao Brasil, o blog Amenidades da Cristandade em parceria com a editora Thomas Nelson está sorteando um exemplar do livro "Derrubando Golias".

Para participar acesse o post abaixo do blog Amenidades da Cristandade para conferir as regras:

É nosso aniversário e você pode ganhar um livro de Max Lucado!

Corra pois a promoção vale apenas durante o mês de abril!

Saiba mais sobre a vinda de Max Lucado ao Brasil clicando aqui.
...